Elefante Dorminhoco

Acordei naquela manhã um pouco atordoada, provavelmente por causa de um certo sonho que teima em se repetir. Elefantes e sons, a cabeça gigante de uma estátua, atolada em uma lagoa. Eu sabia bem o que significava, mas não queria encarar as informações.

O dia correu bem, as aulas não foram muito emocionantes, nem os alunos intrigantes. Um dia banal qualquer.

Sentei-me na colina para observar o por do sol. Ultimamente tenho escolhido a solidão, a reflexão… A introspecção. Nada de falatórios ou lamúrias. Tenho estado tão cansada, e não dormir bem não tem ajudado muito.

O chocolate estava quente, me aquecendo nessas tardes frias de outono. Muito barulho a minha volta, pela ansiedade da chegada das delegações estrangeiras. Não posso dizer que estou muito interessada, mas entendo que pode ser uma oportunidade única em fazer novos contatos.

Prefiro esperar pelo Dia das Bruxas, adoro abóboras. São saborosas, tem cores vivas, e cheiro inebriante…

Marcus Santurys – Minas

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