Mais fofurices

Já faz uma penca de tempos que a Naya nos enviou novas ilustrações, mas na minha correria eterna, acabei deixando para depois, depois, depois e… Bem, o resto da história todo mundo já sabe. >.<

Bom, vamos lá. São duas ilustrações da Zoreia que vos fala, isoladamente. Uma voando, voando…

Arwen_1

… e a outra é com os pequenos de estimação: Sil, o gato, e Galadriel, a corujona da família:

Arwen_2

E aqui, por último, um spoiler bem spoiler. Na verdade, nem é tão spoiler, já que nos finalmentes da fase anterior, lá pra 2007, isso já se delineava, mas enfim…

Arwen_Criss_flat

Como eu disse, fofurices a lot!

Daqui algum tempo teremos novas ilustrações, a Diva mor já está trabalhando nisso. :) E né, sempre temos novas dolls. rs

 

Fofurice da semana

E eis que ontem recebi nossa segunda ilustração. <3

É, segunda sim. Temos a primeira, mas essa vai demorar um pouquinho até ser publicada por aqui. rs

marotas_ilustracao_1Gente, é muita fofice para esse coraçãozinho maroto!!!

A nossa ilustradora é a super diva Naya Bringuer. A idéia é colocarmos várias aqui. Vamos ver se damos conta. xD

Off topic: Ok, ok, esqueci de escrever com a Dani o post dessa semana. E eu bem queria aproveitar a folga dela dos polímeros e traduções de patente! xD Mas ok, tentarei resolver essa questão no mais tardar amanhã. Enquanto isso, curtam toda a divesa das rainhas da marotagem nessa ilustração mega gracinha!

Elefante Dorminhoco

Acordei naquela manhã um pouco atordoada, provavelmente por causa de um certo sonho que teima em se repetir. Elefantes e sons, a cabeça gigante de uma estátua, atolada em uma lagoa. Eu sabia bem o que significava, mas não queria encarar as informações.

O dia correu bem, as aulas não foram muito emocionantes, nem os alunos intrigantes. Um dia banal qualquer.

Sentei-me na colina para observar o por do sol. Ultimamente tenho escolhido a solidão, a reflexão… A introspecção. Nada de falatórios ou lamúrias. Tenho estado tão cansada, e não dormir bem não tem ajudado muito.

O chocolate estava quente, me aquecendo nessas tardes frias de outono. Muito barulho a minha volta, pela ansiedade da chegada das delegações estrangeiras. Não posso dizer que estou muito interessada, mas entendo que pode ser uma oportunidade única em fazer novos contatos.

Prefiro esperar pelo Dia das Bruxas, adoro abóboras. São saborosas, tem cores vivas, e cheiro inebriante…

Marcus Santurys – Minas

Deconstruction

Continuação de Arrogance.

 

Alexis estava bastante irritada com a investida do amigo, porém mais irritada ainda por perceber que ele estava perdendo as estribeiras. Virou-se de costas para o sonserino e voltou a beliscar o seu pudim, fingindo que ele não estava por ali. Daryl, por sua vez, apesar de acostumado a levar dispensadas de algumas garotas, e ultimamente, várias de Alexis, perdeu a paciência de vez. Deu uma vislumbrada ao redor e reparou que praticamente o salão inteiro parara para ouvir a discussão mais acalorada. Aproveitando a deixa, decidiu sem pensar muito, colocar as coisas às claras ali mesmo, conforme a marota o havia desafiado.

– Sabe, não consigo entender o porquê de tanta manha! Nós dois sabemos que você está caidinha por mim, até o Storm já entendeu! – Ao ouvir seu nome, Chris levantou o rosto com uma expressão confusa, sem saber o que dizer, se é que deveria dizer algo. – Por que tanta pirraça? Pelos deuses, está pra existir menina mais teimosa que você, Alexis, parece um hipogrifo empacado!

Aquilo foi demais. Alexis, outrora uma menina de pele pálida, sentiu o sangue borbulhar e tingir as faces de vermelho. Sentia fumaça saindo-lhe pelas orelhas e as palavras lhe fugiram dos lábios. A escola inteira a encarava, mas a pior parte dos expectadores eram os sonserinos, que assistiam à cena com cara de nojo. Tudo o que ela conseguiu dizer e fazer dali por diante foi automático e impensado, como se espera de um grifinório nato sob pressão.

– Seu… seu… IDIOTA ATREVIDO!

E de repente, Daryl estava com o lindo rostinho coberto de pudim de baunilha, que escorria por sua pele, pingando e melando as vestes. Num ataque de fúria, a marota virou-lhe a sobremesa nas fuças sem pestanejar, e também sem pensar, levantou-se bruscamente da mesa da Grifinória, seguindo rumo a sua sala comunal em passos marcados, pisando alto como se estivesse marchando, as bochechas ainda muito rubras, resmungando e grunhindo.

– Que absurdo! Aquele parvo… e eu… blasfêmia! Nunca! Audacioso! Pavão convencido de uma figa! Trasgo de chocadeira! ARGH!

Daryl por sua vez, se afastou da mesa da Grifinória e seguiu para as masmorras enquanto limpava o rosto com a manga da camisa, também pisando alto, e sem falar com ninguém.

Arwen e Chris se entreolharam preocupados. De alguma forma, a marota sabia que o que o amigo sonserino dissera muito provavelmente fosse mesmo verdade, ainda que Alexis nunca tenha lhe dito coisa alguma a respeito. Mas ela tinha que admitir que dessa vez, ele pegara muito pesado com Irritadinha, e se ela estivesse certa em suas suspeitas, provavelmente Daryl deixara as coisas muito piores para ambos.

– A coisa hoje foi feia, não? – Chris comentou, finalizando com um assovio baixo.

– E põe feia nisso, mais feia que Filch dançando a conga. Vou tentar falar com Alexis. – Arwen se levantou, disposta a seguir a amiga, e Storm imitou o gesto. Ambos rumaram também aos galopes para sua sala comunal, na tentativa de acalmar a amiga zangada. Depois, num outro tempo, tentariam abordar Daryl, que no momento estava inacessível, enfurnado nas masmorras da Sonserina, provavelmente tão furioso quanto a grifinória irritada.