Atualização do elenco, personagens secundários e elenco antigo

Depois da entrada triunfal do Henry, eu estava devendo uma atualização do elenco do nosso futuro longa metragem. rs

Eis que finalmente atualizamos o quadro. Aproveitei e incluí dos personagens secundários até o momento, os pais da Arwen e os pais do Chris.

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Elenco principal: Arwen – Alexandra Daddario / Alexis – Hailee Steinfeld / Dani – Ellen Page / Chris – William Moseley / Daryl – Logan Lerman / Josh – Ben Barnes / Misty – Georgie Henley / Bill – Zachary Gordon / Ludi – Birdy / Selina – Jennifer Lawrence / Gabe – Tyler Posey / Seifer – Callan McAuliffe / Fabian – Zoe Aggeliki / Wenna – Normani Kordei / Henry – Johnny Simmons

Elenco secundário: Liv – Liv Tyler / Bryan – Tom Everett Scott / Cal – Zooey Deschanel / Andy – Ben McKenzie

E aqui a lista disponível no IMDB.

E conforme o prometido há mil anos, o elenco antigo! Ui!

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Elenco antigo: Arwen – Katie Holmes / Alexis – Natalie Portman / Dani – Rachel Bilson / Chris – Chris Evans / Daryl – Jared Leto / Josh – Hayden Christensen / Misty – Mary Kate Olsen / Bill – Tobey Maguire / Anna Brightbelt – Tia Carrere / Selina – Christina Aguilera / Gabe – Danny Masterson / Seifer – Jason Behr / Fabian – Jessica Simpson / Wenna – Catherine Zeta-Jones / Anna Valerious – Kate Beckinsale / Moonlight – Alexis Bledel / Amy – Avril Lavigne / Felicia – Vivien Cardone / Heather – Dulce Maria / Julianne – Emma Roberts / Cypri – Evangeline Lilly / Suze – Mariska Hargitay.

E aqui também a lista no IMDB.

Poxa, acho que melhorou consideravelmente o elenco, pelo menos no quesito noção básica de idade, rs.

Novas dolls e feliz natal!

Finalmente trocamos nossas dolls de perfil! \o/ Deu um trabalhão do cão, mas valeu a pena!

E não devemos postar nada novo até o ano novo, então fica aqui nossos votos de feliz natal e um ano novo mágico para todos!

Feliz 2014!

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Update: Adicionei uma montagenzinha com umas dolls que fiz há mil anos nesse post. ;)

Agora acabou mesmo! rs

 

Accio elenco

Porque a falta de fazer impera. rs

Na verdade, há quase 10 anos tínhamos um outro elenco, mas como voltamos no tempo e o elenco anterior envelheceu, escolhemos novos queridos para a turma.

Enquanto isso, vamos sonhando. Um dia conseguimos nosso longa metragem! Hah!

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Qualquer hora dessas vou montar um quadro desses com o elenco anterior para fazer o comparativo. :P

Lucky

Arwen voltava da enfermaria ruminando a sua falta de sorte. Tinha esperanças de que madame Pomfrey pudesse auxiliá-la na questão das orelhas compridas, mas ao invés de sanar sua dúvida, a grifinória apenas ganhara mais algumas. Depois do questionamento da enfermeira sobre outras coisas estranhas que pudessem estar acontecendo, a menina não conseguia parar de pensar nos sonhos mais vívidos e muitas vezes, premonitórios que ela tivera nas últimas semanas. Era verdade que as coisas não pareciam ter relação, mas o início de ambas as situações era quase simultâneo. Também era verdade que vez ou outra, desde que se entendia por bruxa, Arwen tinha uma ou outra intuição acertada ou um sonho que acabava acontecendo posteriormente, mas o fato marcante era que essas ocorrências estavam se tornando relativamente freqüentes nas últimas semanas.

A garota foi tirada de seus pensamentos por uma voz conhecida que a abordou com tom de bajulação.

– Mas que surpresa agradável encontrá-la por aqui! Não tive oportunidade de conversar com a senhorita ontem no trem, e hoje não a vi em momento algum. Já estava blasfemando minha sorte. Como tem passado?

Arwen suspirou resignada e mais desapontada ainda com a sua falta de sorte.  Leo Diggwell aparecera do além e agora estava ali, diante dela, impedindo propositalmente sua passagem para forçar uma conversa, enquanto ela tentava educadamente se esquivar. Não entendia o porquê daquela mudança repentina no comportamento do colega quintanista. Até o começo do último mês do ano letivo anterior, o rapaz não fazia outra coisa a não ser implicar com ela e ser do contra. E, de repente, virou aquele grude. Não podia encontrá-la em momento algum que pregava nela, falando por minutos ininterruptos sobre nada com coisa alguma. Apesar da implicância, ela não tinha nada contra ele, mas aquela atitude fazia com que a marota tivesse ímpetos de sumir sempre que ele aparecesse no mesmo recinto que ela.

– Boa noite, Diggwell. Me desculpe, estou com um pouco de pressa…

– Ah, mas assim, tão rápido? Poxa, a última vez que conversamos foi na festa do Purple! Aliás, que festa hein?  – o garoto insistiu, chegando mais perto.

– É, eu tenho um compromisso, me desculpe, preciso ir mesmo. – ela disse tentando passar pelas laterais, mas foi barrada mais uma vez pelo grifinório.

– Bom, seja lá o que for que você tenha combinado com as suas amigas, acho que elas não se importariam de esperar um pouquinho, não? Só pra gente colocar a conversa em dia, nos falamos tão rápido na festa…

– Acho que você está enganado, cara.

O coração de Arwen disparou e parecia que iria saltar pela boca quando ela ouviu aquela voz, enquanto suas orelhas esquentaram e suas bochechas ficaram completamente vermelhas. Ela não conseguiu conter um sorriso gigante de contentamento e alívio quando encarou o rapaz que acabara de chegar.

– Josh!

– O compromisso dela é comigo, se não se importar em nos dar licença… – Belmont disse, se aproximando da dupla, e se dirigindo à menina, disse: – Vamos?

Diggwell, aborrecidíssimo, engoliu em seco suas colocações, movendo-se para fora do caminho da garota, que caminhou contente e serelepe em direção ao amigo corvinal. Com um aceno contrariado, o grifinório despediu-se de Arwen e Josh, deixando-os completamente a sós no corredor. A garota não percebeu o vazio ao redor, ou não teria disparado aquilo:

– Vamos aonde? – ela questionou sem conseguir esconder os dentes.

– Bem… Eu disse aquilo porque achei que o cara estava te incomodando…

– Ah! – a marota exclamou, completamente vermelha e envergonhada, finalmente caindo em si, encarando de repente os próprios pés.

O rapaz a fitou, com as mãos no bolso.

– Mas estou indo para a biblioteca. Se quiser me acompanhar, será bem vinda.

– Ah claro, eu quero! – a garota sorriu de orelha a orelha outra vez, com o olhar iluminado, e novamente percebeu que exagerara na reação entusiasta – Ehr… eu tenho mesmo um monte de deveres da Libélula Cintilante para fazer… – ela finalizou baixinho, quase miando, com as orelhas muito quentes.

Josh a encarou, sorrindo divertido.

– Libélula Cintilante?

– É, apelido carinhoso para Sibila Trelawney… Você sabe… de Adivinhação… – ela explicou.

O corvinal não se agüentou e riu alto do “apelido carinhoso” que a amiga colocara na professora.

– É, ela faz jus ao codinome. Mas vamos então, temos trabalho a fazer.

Eles seguiram para a biblioteca conversando amenidades sobre o primeiro dia de volta a Hogwarts. Arwen se sentia leve e caminhando em nuvens. Precisava fazer um esforço imenso para disfarçar a cara de boba e não dar tanta bandeira. Nem em seus sonhos mais perfeitos, ela poderia imaginar que o retorno seria tão surpreendentemente  feliz.

Se eu não lembro, não aconteceu

A porta da cabine das garotas se escancarou. Aparentemente, Chris acabara de retornar de seu passeio pelos vagões do Expresso de Hogwarts. Porém, o rapaz não voltara sozinho, trazia à tiracolo Daryl Purple e Josh Belmont. A presença dos recém-chegados fez com que Arwen corasse absurdamente as bochechas e sentisse suas orelhas esquentando. Alexis também parecia ligeiramente desconcertada. Os rapazes cumprimentaram as meninas cordialmente. Daryl foi se acomodando ao lado de Dani e de frente para Alexis, que por sua vez, escorregou discretamente para a ponta do banco dando lugar ao amigo corvinal. Chris enfim, se acomodou ao lado de Purple. Josh, tal como Arwen e Alexis, também parecia encabulado.

– E então, como estão as garotas mais bonitas de Hogwarts? – Purple, à sua maneira, tentou quebrar o silêncio pesado e constrangedor que se instalara subitamente na cabine, e as meninas apenas sorriram em resposta e murmuraram algumas palavras ininteligíveis. Daryl, entretanto, apesar de perceber o mutismo inédito das amigas, não se deu por vencido. Ao notar que Arwen colocou uma mecha de cabelo atrás de uma das orelhas, ele a encarou de forma intrigada e disparou:

– Arwen, me perdoe a indiscrição… mas suas orelhas estão diferentes…

A garota retribuiu, assustada, o olhar do amigo, tratando de colocar de volta o cabelo na frente da orelha.

– Pois é, Daryl, percebi também. Eu devia ter perguntado à minha mãe se isso é normal, mas como não achei que fosse algo relevante, deixei passar. Mas agora que você tocou no assunto, acho que eu realmente deveria dar uma olhada nisso…

– Não se preocupe, pequena Zoreia. Você finalmente está fazendo jus ao apelido, só isso. – Alexis sorriu e colocou o cabelo da amiga atrás de sua orelha novamente.

Joseph chegou a abrir a boca para dizer algo que pudesse animar a garota, afinal ele não via nada de anormal nela, nem em suas orelhas. Porém dadas as circunstâncias, ele achou mais prudente calar-se. Estava constrangido demais para falar com ela o que quer que fosse, depois de descobrir, no trem e pela boca do povo, o que ele andara aprontando no fim da festa do amigo sonserino. Afinal, ele felizmente não se recordava de nada.

Chris reparou como Arwen ficou desconfortável com o assunto referente as suas orelhas, e resolveu arriscar outro tema para o papo, com a clara intenção de aliviar a barra da amiga.

– Purple, nossa, a sua festa foi muito boa! Todos no trem parecem estar comentando sobre ela… – Nesse momento Josh fechou a cara, recebendo de Alexis uma cotovelada reprovadora nas costelas. Ela sabia que Chris não falara por mal, mas o amigo corvinal não estava disposto a tecer comentários sobre o famigerado evento. Alexis duvidava até mesmo que ele se lembrasse de como destravar o rosto.

O sorriso de Dani Lupin se escancarou com o comentário de Storm. Era a oportunidade perfeita para descobrir mais sobre o que as marotinhas andaram aprontando para estarem tão na defensiva, apesar de ela própria ter ficado retraída com a abordagem incisiva das amigas durante o jogo besta que Alexis propusera.

– Pois é, todos estão comentando sobre a festa… – Daryl, orgulhoso, deu assunto ao Chris – As coisas podem não ter saído exatamente como eu planejei, mas de qualquer forma, fico feliz que ainda assim, tenha sido um sucesso.

– Eu estou curiosa, ninguém me conta nada… – Dani comentou, saindo pela tangente e exibindo um sorriso de comercial trouxa de pasta de dente – Afinal, infelizmente não pude ficar por muito tempo, então perdi o melhor da festa. Se alguém puder me inteirar dos fatos, fico muito agradecida.

Nesse momento, Arwen fixou a chuva torrencial do outro lado da janela, tentando parecer como se fizesse parte da paisagem. Josh olhou para os próprios pés, encarando-os muito concentradamente, e Alexis, ruborizada, parecia perdida em um duelo mental com sua coruja, agora no seu colo. Como nenhum dos três demonstrou interesse em contar as peripécias da noite da festa, o anfitrião, ansioso por cutucar a onça com vara curta, resumiu em poucas palavras os acontecimentos mais marcantes daquela ocasião – pelo menos, os que não lhe diziam respeito diretamente.

– Bom, digamos que tivemos shows particulares de alguns amigos: de demonstração de vôo ornamental até apresentação de dança de salão… com direito a palco e tudo o mais… – Daryl olhava de esguelha para Josh e, em seguida, para Arwen – Mas acho que não teremos maiores detalhes dos acontecimentos, infelizmente.

A conversa morreu, para desespero de Dani, e Josh, por sua vez, se sentiu profundamente agradecido aos amigos por não forçarem a barra no assunto. Depois de descobrir o que andou aprontando, ele sabia que deveria se desculpar com a amiga pelos tropeços, carões e quedas na festa, mas estava profundamente desconcertado e sem saber como abordá-la.

Logo se ouviu o barulho das rodas do carrinho de lanches sacolejando ao longe no vagão, e Daryl sugeriu que fossem até lá buscar algumas guloseimas para comer. O grupo se levantou em bando, mas Arwen permaneceu imóvel, contemplando os grossos pingos na vidraça da janela. Belmont, percebendo que a garota não sairia atrás dos doces e bolos, como de costume, optou por permanecer na cabine também. Era uma oportunidade de realizar o seu intento, se conseguisse falar alguma coisa.

– Não está com fome? – o corvinal tentava puxar assunto.

– Na verdade, não… – ela respondeu, ainda encarando a janela e corando absurdamente.

– Potter, eu…

– Potter? – ela finalmente desviou o olhar da janela e o fixou no rapaz ao seu lado, estranhando a maneira formal como ele a estava tratando. Afinal, já haviam deixado essas formalidades de lado há meses.

– Desculpa…  Arwen, eu… – o moço não sabia onde enterrar a cara, mas tinha que se retratar de alguma maneira – Sobre a festa, alguns amigos vieram me falar… Bem… é que… Eu não me recordo de nada, então não sei… Mas se por acaso eu fiz algo… estranho… eu…

– Bom, você fez várias coisas estranhas, é verdade. – a grifinória desabafou finalmente – Mas não tem problema, está tudo ok. Deixa isso pra lá.

– Me desculpe pelo papelão.

– Não precisa se desculpar. Confesso que foi constrangedor, mas também foi muito divertido. Não há necessidade de desculpas. Sério mesmo.

Ela sorriu sinceramente para o rapaz, que retribuiu o gesto. A porta da cabine se escancarou novamente e os amigos entraram carregados de bolos de caldeirão, sanduíches, suco de abóbora e uma montanha de sapos de chocolate.  Eles se serviram sem cerimônia e um clima finalmente mais ameno pairava no ar.

– Não entendo por que não servem cerveja amanteigada no Expresso! – Dani Lupin resmungava enquanto mastigava.

– Pra mim, está tudo excelente! – Chris retrucou, também se servindo generosamente – Esse carrinho de doces é fantástico, pena que só embarcamos duas vezes por ano…

Observando o ar festivo que se instalara entre eles, Arwen suspirou e sorriu novamente, abocanhando um bolinho de caldeirão e sorvendo um grande gole de suco de abóbora. O período escolar estava só começando. E ao ver aquelas pessoas tão queridas ao seu redor, ela pensava que aquele ano prometia ser o mais divertido de todos até o momento.