Ofanato Penning Side, Londres, 30 de Maio de 1989.

Martin Christopher White consultou o relógio pela décima vez aquela manhã. Dez horas e quarenta e cinco minutos. Ele já estava esperando a mais de meia hora. Como era possível que demorassem tanto para atender uma pessoa naquele estabelecimento. Ele ainda tinha um milhão de coisas para fazer naquele dia. Ainda tinha que passar no apotecário do Beco Diagonal para comprar alguns tubos de ensaio, recipientes de lacre mágico e ingredientes para uma nova poção. Martin estava tentando desenvolver uma nova espécie de “gnomicida” para dar um jeito nos gnomos que vinham destruindo seu jardim.

Ele queria obter uma solução que afastasse os diabinhos de seu jardim, sem fazer-lhes mal. Contudo, o máximo que conseguira até o momento era uma gosma grudenta que, a principio, mantinha os gnomos presos ao chão. Como eram criaturinhas muito espertas, não só descobriram um jeito de desgrudar-se da meleca pegajosa, como também desenvolveram um jogo, onde formavam bolotas de meleca e atiravam de volta no bruxo. Martin desconfiava que o gnomo que conseguisse acertar seu nariz ganhava o jogo.

De repente, a porta da sala de espera se abriu e uma mulher de meia idade, morena, com o cabelo preso bem firme em um coque adiantou-se, pigarreando. Ela usava roupas formais – uma saia cor bege, com cardigã creme e sapatos pretos de salto alto. Tinha uma expressão de poucos amigos.

– Sr. White? – disse ela.

– Sim. – ele respondeu.

– Meu nome é Miranda McCallister. O senhor poderia me acompanhar, por favor?

Sem pestanejar, Martin levantou-se e caminhou até a porta por onde a mulher havia acabado de sair. A porta levava à uma pequena sala, onde havia duas poltronas giratórias transpostas por uma mesa. Fechando a porta logo após a entrada de Martin, a mulher gesticulou para que ele se sentasse. Em seguida, caminhou até a outra extremidade da mesa e sentou-se também. Atrás dela, uma imensa estante, abarrotada de livros, tomava toda a extensão da parede. Miranda continuava em silêncio, com uma expressão de poucos amigos. Martin pensou que aquela mulher deveria ser a diretora do estabelecimento. Um pouco nervoso, ele não parava de esfregar as palmas das mãos suadas na superfície da calça jeans. Miranda parecia ocupada com uma pequena pilha de papéis sobre a mesa, que ela analisava minuciosamente.

– O senhor sabe por que está aqui, Sr. White? – ela perguntou, sem tirar os olhos dos papéis.

– Não, senhora.

O “aqui” a que a Miranda se referia era o tal estabelecimento, isto é, o Orfanato Penning Side, em Londres. A que Martin tivesse conhecimento, ele jamais encaminhara qualquer solicitação de adoção ao orfanato, e tão pouco conhecia qualquer pessoa que trabalhasse naquele lugar. Fora uma surpresa e tanto receber a intimação judicial que exigia que Martin comparecesse ao Orfanato o mais breve possível, para tratar de assunto de seu interesse, como dizia a carta. E ali estava ele, agora, completamente desconfortável diante daquele mulher de aparência ranzinza e severa, sem ter a menor ideia do que o aguardava.

– O senhor tem irmãos, Sr. White?

– Tenho um irmão, sim.

– Thomas John White, não é isso?

– Correto.

A menção do nome do irmão o incomodou um pouco, mas Miranda não pareceu perceber.

– Muito bem. – ela continuou – E a quanto tempo tempo o senhor não vê seu irmão, Sr. White?

Martin não respondeu. Ele sabia exatamente quando fora a última vez que vira o irmão. Foi no final de Agosto de 1983, durante um jantar em família. Todos comiam em silêncio, como se tivessem acabado de voltar do enterro de um ente querido. E Martin sabia que era assim que seus pais haviam passado a pensar nele, como um filho morto, desde que recebera a carta – aquela maldita carta – aos onze anos de idade. A carta que o convidava a ingressar na instituição mágica de ensino mais prestigiada do Reino Unido, a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts.

Para qualquer um que tivesse o mínimo de bom senso e a mente livre das amarras do preconceito, a descoberta de uma criança excepcional seria uma grande alegria. Mas para os White, conservadores e religiosos, aquilo era uma abominação, o mesmo que saber que o filho fora diagnosticado com uma doença contagiosa mortal. Martin ainda se lembrava do dia em que um homem com roupas exóticas chegara a sua casa para conversar com os White sobre a Escola de Magia. Lembrava-se perfeitamente de como os pais reagiram, o olhar de repulsa que lançaram ao homem e como o trataram.

O único que não o julgou mal fora Thomas, seu irmão mais novo. Para ele aquele garotinho de 8 anos, ter um irmão bruxo era tão fantástico quanto descobrir um tesouro enterrado no fundo do quintal. E, quando Martin decidiu seguir com o estranho para a tal escola de magia, foi entre as lágrimas de Thomas que o pai, John White, expulsou o filho mais velho de casa, negando a Martin o direito de regressar ao lar no fim do período letivo. E como se já não bastasse, John ainda deixara claro que não iria contribuir com uma única moeda para sustentar aquela abominação. O estranho, que mais tarde revelou-se professor de Hogwarts, garantiu aos pais – e, em especial, ao pequeno Martin – que não se preocupassem, afinal, a escola tinha um fundo de apoio monetário justamente para auxiliar alunos em situações como aquela.

E assim, Martin despediu-se do irmão mais novo e da mãe, que não dissera uma única palavra durante todo o episódio. Mas Martin não guardava mágoas em seu coração, pois sabia que sua mãe havia sido educada a obedecer o marido e segui-lo de toda e qualquer forma. Mas ele lamentou profundamente o fato de não poder mais ver o irmão e, por um instante, quase vacilou em sua decisão de seguir em frente, mas algo em seu coração lhe dizia que aquela a decisão certa e que mais tarde, de alguma forma, o destino se encarregaria de unir os caminhos dele e do irmão uma outra vez.

Por diversas vezes, Martin buscou retomar os laços com sua família. Escreveu inúmeras cartas ao irmãos novo e à mãe. Algumas vezes, até escrevera ao pai, também, contando-lhes como era o mundo novo que ele havia descoberto e, sobretudo, sobre a falta que sentia de casa, de estar com sua família, mas jamais obteve resposta. A escola não permitia a presença de alunos durante o período de férias e, por isso, Martin acabou indo morar com um de seus professores – o mesmo que lhe entregara a carta de Hogwarts e lhe contara sobre sua verdadeira condição. E quando tentou voltar para a casa de seus pais, descobriu com choque e tristeza que os White haviam se mudado para longe, sem deixar qualquer informação sobre seu paradeiro, na esperança de que o filho “morto” jamais viesse assombrá-los. Martin nunca mais viu o irmão, ou a mãe, e tão pouco o pai.

– Alguns anos, pra dizer a verdade. – ele respondeu, por fim.

– Entendo.

Mirando pareceu considerar a informação por um breve instante, antes de prosseguir. Ela levou os olhos aos papel e, respirando profundamente, como se tomasse uma decisão ergueu os olhos para o homem à sua frente.

– A questão, Sr. White, é o que o seu irmão está morto.

Por um breve segundo, o coração de Martin parou. Mas aquele segundou pareceu se estender por uma vida, a vida que ele nunca teve ao lado do irmão. Como em um encantamento, todas as lembranças que ele tinha de Thomas vieram à sua memória. Os passeios de bicicleta, os acampamentos de verão na floresta, a ocasião em que o pai lhe ensinara a pescar. E Martin pensou em tudo o que perdeu ao fazer sua escolha, em tudo o que deixara para trás. Não vira Thomas crescer, não vira o homem que ele havia se tornado e o que havia conquistado na vida. E agora, através de uma completa estranha, Martin descobria que jamais teria a chance de recuperar esse tempo. Surpreendeu-se ao constatar as lágrimas escorrendo por seu rosto. Era como se seu coração estivesse, de repente, sem um pedaço.

– Ele faleceu há cerca de três anos. – continuou Miranda, estendo um envelope à Martin – O avião em que ele e a esposa viajavam caiu durante uma intensa tempestade. Eu lamento informar, mas o corpo nunca foi encontrado.

Então Thomas tinha uma esposa. Havia se casado. Quanto da vida do irmão querido Martin havia perdido?

Ainda em choque, Martin vislumbrava a manchete de um jornal trouxa, onde os destroços de um avião podiam ser vistos em uma densa floresta. Logo abaixo, as fotos dos que haviam morrido no acidente. Martin não demorou para reconhecer, com olhos marejados, as feições de um homem de olhos azuis e cabelos castanhos, bem parecido com seu pai. Ao seu lado, uma belíssima mulher de olhos castanhos e um sorriso alegre. A legenda logo abaixo dizia “os renomados pesquisadores Thomas e Susan White.”

Sem aguentar olhar por mais tempo, Martin devolveu o jornal à Miranda e, fungando profundamente, enxugou os olhos com as costas das mãos. Ele evitou encarar a mulher a sua frente por alguns segundos, permanecendo em silêncio, como se tentasse se anestesiar de toda aquela dor repentina antes de seguir em frente.

– Sr. White – ela continuou – Eu não pedi que o chamassem aqui apenas para comunicar sobre esse triste incidente.

Por um segundo, Martin pareceu surpreso. Ergueu os olhos para Miranda, sentindo que suas sobrancelhas arqueavam-se.

– Acontece que seu irmão tem um filho.

Martin endireitou-se na cadeira, inclinando o corpo para frente, como se estivesse se esforçando para ouvir o que Miranda dizia. De repente, toda aquela conversa começava a fazer sentido.

– O nome dele é Henry e, atualmente, tem seis anos de idade. – Miranda continuou – Ele está sob nossos cuidados desde os três anos de idade, quando o acidente aconteceu. Na ocasião, não sabíamos da existência de qualquer parente vivo que pudesse assumir a guarda do garoto. Foi somente depois de muita procura que finalmente obtivemos informação sobre o seu parentesco com Thomas White.

– Eu… Eu não sabia que Thomas havia tido um filho – foi o que Martin conseguiu responder.

Por alguns segundos, Miranda permaneceu em silêncio, apenas observando. Era como se ela estivesse dando um tempo para que a mente daquele homem encaixasse as peças de toda aquela trama, até que ele mesmo se conduzisse ao final.

– Sr. White, nossa missão nesta instituição não é apenas amparar para crianças e jovens órfãos, mas garantir que eles venham a ter uma família, um lar que possam vir a reconhecer como seu.

– Sim, eu entendo. – ele respondeu.

– Então – ela continuou, colocando cada palavra cuidadosamente – o senhor compreende por quê eu pedi que o chamassem aqui, hoje?

Era óbvio. Se o garoto não tinha mais nenhum outro parente vivo que pudesse assumir sua guarda, e de repente eles encontravam um irmão perdido do pai do menino…

– Sim, senhora.

– Muito bem. – ela consentiu.

Miranda folheou os papéis que mantinha em mãos e, tirando do meio deles uma pequena fotografia, estendeu-a à Martin, que a tomou em mãos. Era impressionante como o garoto se parecida com Thomas, exceto pelos olhos, que eram iguais aos de Susan. Tinha o mesmo sorriso caloroso e gentil que Martin vira na fotografia dela, no jornal. Ele ficou encarando a foto pelo que pareceu um longo momento, e se surpreendeu não com as novas lágrimas que escorriam por seu rosto, mas pelo sorriso que havia brotado em seus lábios.

– O senhor gostaria de conhecê-lo? – Miranda perguntou.

– Sim, por favor.

– Acompanhe-me, por favor.

Miranda McCallister levantou-se e, adiantando-se, abriu a porta para que o homem a acompanhasse. Os dois voltaram pela sala de espera, tão vazia como quando Martin ali estivera esperando. Passaram um vasto corredor com janelas amplas, que davam visão ao pátio central do orfanato, onde uma duzia de crianças corria e brincava. Aproximando-se, Miranda e Martin pararam a certa distância dos pequenos.

– Henry, querido. – ela chamou, a voz de repente bem mais gentil e atenciosa do que minutos antes – Venha até aqui, por favor.

Ao ouvir seu nome, o garoto largou a bola com a qual vinha se divertindo com alguns amiguinhos e correu ao encontro da diretora.

– Henry, eu gostaria que você conhecesse o Sr. White.

– Olá, Sr. White. – ele respondeu, sorrindo para o homem.

Martin não conseguiu dizer absolutamente nada. Apenas caiu de joelhos diante do garoto e, tomando-o em seus braços, abraçou-o de tal forma que pode sentir o o coraçãozinho do menino batendo rápido de encontro ao seu peito. Um pouco tímido, Henry deixou que os bracinhos retribuíssem o gesto. E finalmente, depois daquele primeiro contato, Martin o soltou de leve, colocando as mãos em seus ombros e olhando fixo em seus olhos. Por um breve segundo, foi como se estivesse olhando para Thomas – o irmão que ele havia perdido.

– Você pode me chamar de Martin.

Henry sorriu, e foi como se um raio de sol atravessa seu rosto de encontro à Martin. Ele ainda não fazia ideia de quem era aquele desconhecido, que o abraçara de forma tão calorosa. Mas algo em seu coração lhe dizia que era um homem bom, alguém em quem ele poderia confiar, alguém que o levaria para casa e o ajudaria a encontrar seu lugar no mundo. Quanto a Martin, depois de tantos anos, ele sentiu que finalmente seu coração havia recuperado o pedaço perdido. E dessa vez, ele se encarregaria de fazer todas as escolhas certas, para que aquele pedacinho de seu passado jamais se perdesse outra vez, mas que florescesse sempre, daquele dia em diante.

img-thing

Accio’s Brega Party – Final

O mês chegou ao fim e com ele, a nossa festa de aniversário.
Finalizamos com chave de ouro: 3 fics da Domy! E o depoimento da nossa Suze. Além disso, um presente especial da Fabian, no Accio Dolls. O resultado do concurso de dolls sai no próximo domingo, ok?

Também preparamos novas dolls para a ocasião (tanta lindeza tava me deixando sem graça) e linkamos os novos aliados.

Sem mais… As fics!!!

Escola, amigas e Rock and Roll

– Porque isso sempre acontece comigo?! – Pensava Domynnike aborrecida enquanto juntava os materiais que haviam caído de cima da árvore em que estava erguida.

– Droga de escola, porque eu tinha logo que ser bruxa!

Pensava com os olhos marejados de lágrimas. Desde que entrara em Hogwarts, nunca tinha feito nenhum amigo. Seus únicos amigos ali eram o seu gato preto Flip, que havia comprado no segundo ano para não enlouquecer, e sua guitarra preta.

Dominnyke tinha muitos amigos na sua antiga escola trouxa, era feliz e popular. Até que um terrível dia um gigante derrubou a porta da casa e chegou dando a notícia que a garotinha de aparência frágil e olhos esbugalhados era diferente das suas amigas. Desde então a sua vida nunca mais foi à mesma. Por que o seu pai nunca tinha contado para ela e para o seu irmão que ele era bruxo? E por que ela tinha que ser também? Por que tinha que passar o ano todo em uma escola interna, cheia de esquisitos, paranormais, ou sei lá como seria a descrição dessas… coisas?!

Ao entrar no salão comunal da Grifinória, Dominnyke é pega de surpresa por uma recepção calorosa de seu único companheirinho:

– Oh, Flip! Eu te amo tanto! – Dizendo isso se sentou à frente da lareira no tapete e começou a acariciar o bichano.

Logo quando o calor do fogo tomou conta do ambiente, Flip teve uma estranha atitude e fugiu dos braços de Domy, indo na direção do dormitório feminino.

– Flip! Aonde vai seu maluquinho? – Indaga a garota correndo atrás do amigo e dando de cara com duas garotas da mesma série que ela mexendo em sua preciosa guitarra.

– O que estão fazendo?! Tirem a mão daí! – Disse Domy rispidamente.

As garotas deram um pulo de 2 metros e se esconderam atrás de uma cama totalmente revirada. Uma delas, que tinha os cabelos sedosos e castanhos e olhos meio amarelos se explicou:

– Desculpa a gente, mas a sua guitarra chamou a nossa atenção… Ela é linda!

– Hum… Mas de qualquer forma, eu tenho muito ciúme dela e não admito que fiquem mexendo! – Retrucou Domy.

A outra garota, tinha cabelos longos, negros e ondulados, olhos cor-de-mel e orelhas pontudas, disse fazendo questão de mostrar a mão sangrando:

– Seu gatinho é feroz! Defendeu a sua guitarra com unhas e dentes mesmo…

– Desculpa, Flip adora quando eu toco pra ele…

– Eu sou Alexis e essa zoreiuda aqui é a Arwen. – Se apresentou a outra.

– Eu me chamo Dominnyke e esse é o Flip…

– Você toca mesmo essa belezinha? – Falou Arwen com um tom maroto na voz.

– Claro! Querem escutar? – Apenas deu pra ver um brilho e um tom de felicidade em seus olhos, coisa que não se via fazia muito tempo.

– Demorô! – Responderam ambas

O som do mais puro rock tomou conta dos dormitórios e logo foram aparecendo mais e mais garotas querendo saber de onde havia surgido esse som tão legal. E Dominnyke que até então só falava com o seu gato, já tinha duas amigas, e a escola agora já não era tão chata assim.

Por Domy

Festa brega parte I

Um garoto de estatura mediana, cabelos e olhos castanhos e vestes da Grifinória passou correndo pelo corredor em direção do retrato da mulher gorda, mas bem na frente, foi surpreendido:

– Pensou que ia escapar, GIU???

Um Sonserino do sétimo ano diz pegando na gola das vestes do Giu e erguendo ele pra cima. Era o irmão de Dominnyke, Dannyel.

– Olha Danny…

– Não me chame assim! Isso é apelido de menina! Só a mana pode me chamar assim!

– Desculpa Dannyel, mas sabe, eu estou atrasado, ainda nem me vesti para o encontro, quer dizer… her… festa brega!

– Hum, a mana também foi nessa festa, você não está pensando em ir lá para ficar com outra na frente dela, está?

– Não! Eu vou lá pra ficar com ELA.

– Pensa que me engana?

E uma voz que vinha do salão principal foi ecoando pela escola…

– Era uma vez, a muito, muito tempo, numa galáxia muito distante, um grupo de alunos que tinham suas… Peculiaridades…

– Já começou eu preciso ir!

– Olha aqui eu estou de olho em você, se não quer ficar com a Domy não precisa fazer ela sofrer como você costuma fazer!

– Eu resolvi dar uma chance a ela Danny… her… Dannyel!

“No alto daquele cume, plantei uma roseira
O vento no cume bate, a rosa no cume cheira”

– Olha aqui seu baixinho de araque! Se eu ver a Domy chorando hoje, você me paga!

“Eu nunca vi um irmão defender e gostar tanto de uma irmã! Tomara que amanhã
ele esteja as mil maravilhas comigo!” – Viajava Giu na maionese.

– OUVIU PIRRALHO?! – A voz estridente de Dannyel fez Giu descer da lua e voltar pra realidade.

“Quando vem a chuva fina, salpicos no cume caem
formigas no cume entram, abelhas no cume saem”

– Olha lá a vocalista das Esquisitonas!

– Onde?

Aproveitando a falta de inteligência do trasgo, Giu saiu em disparada para a festa, mesmo de uniforme. Quem disse que o uniforme não era brega? E também porque não ia dar tempo de colocar aquele terno rosa e aquela gravata verde com bolinhas azuis.

“Quando vem a chuva grossa, a água do cume desce
o barro do cume escorre, o mato no cume cresce”

Quando Giu estava entrando no salão principal foi barrado por Snape que rispidamente veio com aquela conversa que tinha que estar vestido bregamente para entrar e etc, etc, etc e tal… Mas Giu deixa o troglodita falando sozinho e sai sem ouvir uma só palavra atrás de uma menina chorando que joga uma rosa no chão e pisa em cima. Giu não estava mais preocupado com a surra que ia levar do Danny, o motivo da preocupação toda foi ter deixado Domy plantada à espera dele outra vez.

Por Giu

Festa brega parte II

Uma garota de cabelos ondulados e olhos negros adentrou no recinto pensando consigo mesma:

“Meu Deus me dê um motivo pois eu pago tanto mico, ele me ignora e na esperança ainda fico”

Era Dominnyke Pevensie, uma bruxinha da Grifinória completamente louca por música trouxa. Poderíamos dizer que ela não estaria tão ridícula senão estivesse tentando fazer uma combinação de azul, verde e rosa, a cor que mais desprezava. Trazendo de um lado sua guitarra preta e do outro uma bolsinha em forma de gato, parecia mais a espada e o escudo.

“Se eu não encontrar o Giu aqui eu juro que mato alguém!”

Domy nem sabia se queria ou não permanecer nessa festa ridícula, mas a vontade de ver o garoto dos seus sonhos, Giu, tomava conta dela. Ele disse que iria mas ela ainda não o viu, talvez tenha sido uma brincadeira de mau-gosto para que ela fosse capaz de se vestir de rosa (BLEARG!), e ir lá só para vê-lo.

“Vou me sentar aqui nessa mesa e esperar, essa Lufana tem cara de que é muito querida”

Dominnyke sentou ao lado de uma Lufana muito bonitinha de cabelos multicoloridos com a esperança de fazer uma amizade, mas antes que pudesse dizer alguma coisa, a garota retrucou:

– Saia daqui Grifinória burra! Essa mesa está reservada para os Accianos! Não para qualquer um que quiser se passar por um de nós! – Shhhhh cala a boca Hendrika! Não seja mal educada! – É uma intrusa! Mande ela embora! – Deixa que eu falo com ela!… hãn… her… Oi! eu sou a Cypri, desculpa mas essa mesa realmente é para os accianos…

– Sem problema! Eu… Você… Falou… Deixa pra lá… – Disse Domy desconcertada

“Que garota maluca! Xinga a gente e depois se faz de louca para parecer gentil!”

Só de raiva Domy ficou em pé olhando ao redor à procura do seu par que não chegava. E não chegava mesmo! Quando se deu conta, os pares já estavam dançando uma música do… “FALCÃO? CREDO!”

“No alto daquele cume, plantei uma roseira
O vento no cume bate, a rosa no cume cheira”

– Eu sabia que ele não ia aparecer! Aquela tal de Cypri… Hendrika… Sei lá como é o nome dela, só sei que ela tinha razão, eu sou uma BURRA!

E o salão foi se enchendo de pares dançantes…

“Quando vem a chuva fina, salpicos no cume caem
formigas no cume entram, abelhas no cume saem”

– Eu já sofri demais, agora não vou ficar aqui plantada esperando aquele idiota, porque eu já fiz isso durante muito tempo!

E a maquiagem foi borrando…

“Quando vem a chuva grossa, a água do cume desce
o barro do cume escorre, o mato no cume cresce”

Domy nem quis saber de olhar mais ao redor, sentiu-se feliz pelas marotas estarem felizes comemorando a sua vitória no Accio, mas ela estava triste por não estar comemorando vitória alguma e correu em direção ao dormitório jogando no chão e fazendo questão de pisar encima a rosa que o Giu havia dado para ela.

Domy

********************************
Depoimento do coração:

Huummm… Vamos ver por onde começar… Bem, eu não posso precisar a época, porque eu sou um terror para lembrar de datas. Mas então:

Há um tempo atrás, achei um link para um tal blog chamado Accio Cérebro. Como eu sou uma pessoa extremamente curiosa, cliquei no link. E descobri esse blog lindo de fics, pelo qual fiquei apaixonada. Passei a visitá-lo todo dia (isso quando eu não ficava sem internet, o que, como o pessoal acciano pode comprovar, acontece com mais freqüência do que deveria ¬¬). Mas enfim. Um belo dia, resolvi mandar minha ficha para inscrição. Montei essa pessoa revoltada que vocês conhecem por Suze Pettigrew. Não me lembro porque eu fui mandar a ficha, já que nem tinha inscrição aberta… Mas eu sou louca, então eu mandei. Só que na época, o e-mail do Accio estava com problemas. Passei uma semana tentando mandar a ficha e nada, patavinas e necas de pitibiribas. Na semana seguinte, o Expresso Hogwarts abriu inscrições. Fiz outra ficha, e mandei. Infelizmente, não fui aprovada. Uns dias depois do e-mail do Expresso chegar, dizendo que eu ficara entre os finalistas, mas não passara, eu recebi um outro e-mail, da Daniela (hoje, Tia Dani ^^), convidando os (na verdade, as) finalistas a ingressar no (surpresa!) Accio Cérebro. Aliás, eu tenho esse e-mail até hoje. Enfim, comentei com a Dani que já estava tentando mandar minha inscrição, e mandei a ficha e a doll da Suze. E passei (*aproveita que é Carnaval, pega uns confetes e joga pra cima, comemorando*). No dia 28 de setembro de 2005, de acordo com a memória infalível do meu arquivo de e-mails, a Dani me mandou o convite para esse mundo mágico no qual, se os reis do baralho acciano e a minha internet deixarem, eu e a Suze ainda vamos azucrinar o povo por muito tempo. ^^

Mas enfim. Resumo da ópera: todo esse “de volta para o passado” foi para dizer que eu amo muito o Accio e todos os escritores e leitores daqui, e que eu me sinto muito honrada em fazer parte dessa equipe linda!!!
E que venham os próximos três anos!

Isabela/ Suze Pettigrew

********************************
Bom, se a intenção de vocês era me fazer chorar de emoção, conseguiram. ^^

Por último, recadinhos do coração: a Samantha Belmont (que nos mandou um presente LINDO!!! *_*) anuncia o seu blog de fic, que por sinal, está a procura de integrantes!!! Visitem o link no button abaixo:

Mais blogs procuram integrantes:


And that’s all!

Kisses!

Feitiço conjurado por Arwen Lórien Potter às 18:33 h

Accio’s Brega Party – a festa continua!

O grande salão de Hogwarts estava apinhado de gente vestida de forma… Estranha.  As pessoas trocavam olhares e caiam na gargalhada, rindo da roupa umas das outras.
Alguns lugares no canto do salão, onde estavam sentados os representantes do blog de fanfics House Of Hogwarts.

– A roupa desse pessoal está a maior comédia!

– Nick, faça o favor de ficar quieta, sim? Devia olhar para as roupas que você está vestindo – Disse Elliot num tom de censura, mas com um sorriso no rosto.

– Elliot, querido, o tempo máximo que já fiquei quieta foi na aula de História da Magia, porque eu estava dormindo. E concordo que minha roupa está engraçada.

Nick estava vestida com uma saia azul que tinham varias estrelas rosas, e uma blusa verde, a roupa contrastava com seus cabelos laranja.

Elliot estava vestido com um terno amarelo e uma gravata vermelha, que tinha bolinhas coloridas estampadas. Tiago estava com um terno vermelho com bolinhas amarelas. Natlia usava uma saia rosa, uma blusa roxa e um cachecol amarelo. Diogo usava uma roupa que definitivamente não tinha nada a ver com ele, bermuda no meio da canela com meias listradas e camisa de bolinha e Dani, usava um vestido longo rosa com muitas e muitas flores estampadas.

O garoto ia responder, mas foi cortado por Tiago.

– Silêncio, vocês dois! – Agora eles observavam um senhor de terno laranja, uma blusa de bolinhas, uma gravata vermelha e um girassol amarelo, entrar no salão e começar a falar.

– Era uma vez, a muito, muito tempo, numa galáxia muito distante, um grupo de alunos que tinham suas… Peculiaridades…

Viu-se algo se mecher na ultima fileira,todos do salão olharam para lá. Mas nada de anormal viram. O senhor continuava a falar, mas a maioria dos membros do HoH não dava ouvidos.

– Sabia que essa festa está prescisando de uma animação extra? Disse a grifinória de  cabelos laranja, logo em seguida foi fuzilada pelos olhares de todos os seus “amigos”, companheiros de equipe. – Tudo bem,eu não vou fazer nada! – Percebendo o olhar de descrença que todos mostravam,ela completou: – Eu juro!

– Podemos prestar atenção? – Perguntou Dani impaciente. Quando Nick e Tiago iam abrir a boca para dizer não, foram cortados.

– Para de falar e deixa o pessoal entrar! – uma lufana de trajes, no mínimo, interessantes, chamava a atenção, na porta entreaberta do salão. Todos do salão olharam para a lufana. E viam que um grifinória brigava com ela, e também estava muito envergonhada. Quando outra grifinória berrou.

– Ah, generalíssima, ela tá certa. DEIXA O PESSOAL ENTRAR!!! – Lore McGuire berrou e foi acompanhada por várias pessoas que se encontravam presentes, dentro e fora do salão. Nick estava incluida entre esses presentes, e recebia um olhar desaprovador de Diogo. E para sua supresa, todos na mesa,começaram a gritar junto dos outros presentes.

– ACCIO! ACCIO! ACCIO! ACCIO! ACCIO!

Logo o locutor falou algo que dos seu lugar, Nick não conseguiu entender. Só se sabe que depois disso os professores começaram a entrar. Primeiro o salão segurava as risadas para os primeiros professores, entre eles Dumbledore. Mas quando Snape entrou, ninguém conseguiu segurar o riso e Nick penseou que o conjuto que ele usava ficaria perfeito com o cabelo rosa que ela lhe dera.

Os professores foram entrando e tomando seus lugares a mesa. Os membros do Accio começaram a entrar logo em seguida, aplaudidos por todos. Andaram e sentaram-se, fez um breve silencio, e por algum milagre, Nick estava prestando atenção. Quando Arwen Potter finalmente desceu do palco, pois acabara o discusso, recebeu uma salva de palmas de todos os presentes.

– Já que estamos aqui pra comer, beber e… Nos divertir, vamos alternar um discurso com o resto da badalação, pra ninguém dormir aqui, ou morrer de fome. Então, meus caros, vamos dar início à nossa valsa! Pares a postos? – e aguardou os accianos se postarem na pista de dança, cada um com seu par oficial – No três, comecem a rebolar! 1, 2… TRÊS! – disse o Sr. que abrira a festa.

Os membros accianos levantaram e pegaram seus pares. Quando a música começou a tocar, Nick, Natlia e Tiago cairam na gargalhada por causa da música, desviando os olhares dos mais próximos, do centro do salão para eles. Quando eles finalmente pararam de rir, Alguns casais não-accio já estavam no meio da pista.

– Diogo, vamos dançar? – Perguntou Natlia com um sorriso.

– Er… Não, eu estou… Estou… Com sede! – o sonserino levantou-se e foi até uma mesa que ficara no extremo do salão. Tiago colocou-se de pé.

– Me concede esta dança? – Ele perguntou dando o braço a Nick. A garota levantou aceitou o braço e os dois foram dançar, rindo.

– Elliot! Vamos dançar! Nós só viemos para cá, porque somos um casal. Nick quer todos os três casais dançando, levanta!

– Ok, Dani. – Ele levantou e foram para o meio do salão junto de Tiago e Nick. Natlia emburrada espera Diogo. Quando o garoto voltou, ela simplesmente o arrastou, e o obrigou a dançar. Fazendo Nick ter um acesso de riso no meio do salão. Quando ela finalmente recuperou-se, foi com Tiago surrupiar alguns doces da mesa. Comeram e voltaram a danaçar. Aquela festa estava sendo realmente divertida.

By Equipe HoH

Participação especial da equipe do blog Houses of Hogwarts (button abaixo). Muito obrigada pela fic, meninos!!!

Também quer participar da festa? Mande sua fic para correiocoruja@acciocerebro.com.br.
Para ver o começo da festa, clique AQUI.

********************************

DEPOIMENTOS:

Olá a todos.

Primeiramente, estou aqui para agradecer as amigas maravilhosas que ganhei. Dani, Dani² e a Ju. Meninas, obrigada por tudo. Vocês fizeram eu me sentir bem-vinda aqui no A.C.

Dani (Arwen), você é blaster especial para mim. Quando mandei a ficha, você me apoiou. E quando vi no site que havia entrado, fiquei sem palavras. Você estava Online no MSN e conversou comigo de uma maneira que fez eu me sentir querida.
E não é só isso. Antes eu usava as suas bases e as da Carol. Mas em seguida comecei, bem de baixo, a tentar fazer as minhas. Consegui. Depois disso, não parei de enviar presentes aos queridos personagens que tenho guardados no coração. E você estava no meio.

A Carol me mandou um e-mail dizendo que eu estava sendo convidada a participar do Dollmaker que vocês fariam. Pode perguntar ao sobrinho do meu namorado. Eu gritei, dei risada, abracei ele… E também quase chorei de tanta felicidade. Juro, aquele foi um dos momentos que eu levarei na memória (e no coração) para sempre.
Graças a vocês. Principalmente a você Dani. Eu adoro quando você fica de folga, sei lá, você trabalha demais, entende? E eu fico contente sabendo que estou à frente do computador e você está em casa, descansando ou caçando coisas na Internet.
Amiga, você ganhou um espaço muito grande no coração dessa mocinha aqui. Pode ter certeza, nunca, mas nunca vou te esquecer. E não esqueceria nem se eu quisesse. Tenho muita coisa guardada no computador que me lembra você.

Espero continuar sempre contigo. E para o que precisar, estarei sempre aqui. Te ajudarei de qualquer forma. ^^

Te Adoro Muito!

Beijos

Ana Flávia/Katellyn/Heather

********************************

Sem comentários sobre o quanto fico feliz em ter todos vocês com a gente! ^^
Bom, e antes que eu abra minha boca a chorar de emoção, melhor eu anunciar que o concurso de dolls bregas ainda está em aberto e que a votação do júri popular já começou! Para votar (Wenna, você também pode votar XD), cliquem AQUI.

Feitiço conjurado por Arwen Lórien Potter às 18:04 h

Accio’s Brega Party – The Begin

accio's brega party

Um senhor vestido com um terno laranja, uma blusa de bolinhas, uma gravata vermelha e um girassol amarelo abre a porta do grande salão de Hogwarts.

Todos os que ali se encontram viram para olhar aquela figura única que está com o cabelo coberto de gel e um óculos escuros estilo aviador.

Ele para em frente à porta e começar a falar para o grande público, com uma voz meio fanha.

– Era uma vez, há muito, muito tempo, numa galáxia muito distante, um grupo de alunos que tinham suas… Peculiaridades…

– Ei, o que ele quer dizer com peculiaridades?! – Alexis revoltada ameaçava sair de onde estavam os aniversariantes – a última fileira de cadeiras dispostas como num teatro – para averiguar com o apresentador o que ele estaria insinuando.

– Volta para cá ou você vai estragar tudo! – Arwen e Dani seguraram a amiga – Ninguém viu a gente aqui no fundo ainda!

– E o grupo hoje presente foi se formando ao longo de 3 anos. Alguns saindo no meio do caminho e outros entrando. As famosas viagens na maionese aumentando e diminuindo, conforme a loucura de seus escritores. Muitos do que estão aqui presentes concordam que são sempre viagens únicas à lua.

Para a surpresa do locutor não foram muitos que concordaram, mas todos os que estavam no salão. Ele ia abrir a boca quando ouviu ao longe uma voz feminina gritar.

– Para de falar e deixa o pessoal entrar! – uma lufana de trajes, no mínimo, interessantes, chamava a atenção, na porta entreaberta do salão – Para de falar e deixa o pessoal entrar!

– Shhhh Sam! É muita cara de pau você fazer isso aqui. Nos mata de vergonha… – Mina escondia o rosto entre as mãos – Já não bastasse ter que vir vestida assim…

– Ah, generalíssima, ela tá certa. DEIXA O PESSOAL ENTRAR!!! – Lore McGuire berrou e foi acompanhada por várias pessoas que se encontravam presentes, dentro e fora do salão.

– ACCIO! ACCIO! ACCIO! ACCIO! ACCIO!

O grito começou com a Máfia do Expresso Hogwarts, mas em poucos segundos se espalhou. Todos alunos batiam na mesa e gritavam pedindo que os alunos entrassem. Afinal, estavam todos vestidos com roupas bregas e se iam pagar mico que pelo menos fosse junto com os autores da idéia, que estavam postados escondidos nos fundos do salão.

Dando-se por vencido, o locutor / narrador / apresentador anunciou:

– Bem, já que a pagação de mico é geral e inafiançável, comecemos então! Vamos convidar os professores dessa renomada instituição para compor a mesa central.

Os presentes, alunos tradicionais de Hogwarts que não sabiam exatamente o que os esperavam além da festa de aniversário do Accio, começaram uma salva de palmas, assovios e uma tremenda gritaria.

A algazarra parou quando viram o diretor Dumbledore entrar. O silêncio não foi pelo respeito que todos têm por ele, mas pela surpresa ao ver o seu traje: seu calção laranja de bolinha roxa. O mesmo que ele costumava usar em tardes ensolaradas nos finais de semana, quando se banhava no lago. Todos os presentes faziam a mesma coisa: seguravam suas risadas. Alguns conseguiam, outros mordiam qualquer coisa que conseguissem.

O controle de todos acabou quando Snape entrou no salão e a gargalhada foi geral. Ele usava uma tradicional roupa trouxa: uma calça bege, com uma blusa pólo azul clarinha e um casaco bege amarrado nas costas. Os detalhes do conjunto eram o suspensório branco com a pochete na mesma cor. O professor tentou fazer com que a platéia se calasse, mas viu que sua autoridade foi embora com sua roupa tradicional – e de gosto duvidoso.

Um a um todos os professores de Hogwarts foram entrando e aceitando que os alunos que lá estavam riam das suas roupas (deles também, mas quem vai falar isso para a McGonagall?). Aos poucos, eles foram tomando seus lugares à mesa.

Um silêncio súbito foi provocado pela visão das três Marotas mais famosas do mundo mágico, que passaram pela porta, dando entrada a todos os outros accianos. Não que suas roupas fossem sérias, mas Alexis apontava a varinha para todos, esperando que alguém ousasse rir dela. Sabia que estava ridícula e que esse era o propósito, mas precisava manter íntegra sua fama de Irritadinha.

Todos se sentaram em suas cadeiras, de frente para o auditório improvisado, e olharam para o locutor que antes estava na porta, e naquele momento postava-se no meio do palco.

Depois de um breve silêncio, a figura esdrúxula que apresentava a festa deu início às festividades. Após um breve comentário dos professores, a palavra foi passada para a oradora da turma, vestida num simpático traje que a deixava praticamente um mini-clone de Sibila Trelawney. Arwen Potter pegou o microfone, meio encabulada. Sentia seu coração disparado e um ligeiro nó na garganta. Afinal, estava ali para dizer o que significavam pra ela os 36 meses de existência daquela turma de loucos, mesmo com todas as idas e vindas, dificuldades, ausências, crises de inspiração e identidade, problemas com o servidor, perda da senha de e-mails e afins. Estava ali para dizer que graças àquela maionese viajante sem noção, ela conhecera pessoas maravilhosas, que estariam para sempre com ela, não importa o rumo que a vida tomasse dali por diante. E também para dizer o quanto cada um dos membros, ex-integrantes, leitores, comentantes ou simplesmente visitantes esporádicos eram importantes e queridos para ela e para o resto da turma. Com a voz embargada, parou o discurso entre uma salva de palmas, antes que abrisse o berreiro borrando a maquiagem breguérrima, passando o microfone novamente para o sujeito estranho que arranjaram pra dirigir a festa.

– Já que estamos aqui pra comer, beber e nos divertir, chega de discursos e vamos para a badalação, pra ninguém dormir aqui ou morrer de fome. Então, meus caros, vamos dar início à nossa valsa! Pares a postos? – e aguardou os accianos se postarem na pista de dança, cada um com seu par oficial – No três, comecem a rebolar! 1, 2… TRÊS!

Para surpresa de todos, não veio nenhum Danúbio Azul, ou qualquer outra peça de Vivaldi, mas um clássico dele mesmo, o famoso Falcão. Os membros do Accio não sabiam se riam ou se dançavam, tamanho o disparate da música enquanto, empolgadíssimo, o rei do brega cantava a plenos pulmões:

“No alto daquele cume, plantei uma roseira
O vento no cume bate, a rosa no cume cheira”

A troca de olhares aconteceu junto com sorriso (gargalhadas) de muitos. Gabe ria bastante da cena, junto com Selina que não agüentava e segurava a barriga de tanto rir. Quando entrara para o blog, a sonserina não sabia que sempre seria tão cômico. Fabian fazia coro aos amigos, junto com Seifer.

“Quando vem a chuva fina, salpicos no cume caem
formigas no cume entram, abelhas no cume saem”

As três fundadoras olharam de soslaio pra o outro fundador enquanto dançavam, que escondia o rosto. Eles eram responsáveis pela festa e o mínimo de dignidade era esperado, pelo menos o mínimo. Bill não se conteve e caiu na risada enquanto tentava arrastar uma Julianne molenga de tanto gargalhar. As Marotas deram os ombros, se não se podia vencê-los… Afinal, e quem queria vencer alguém? Queriam mais era bagunça mesmo! Logo as três continuavam dançando (ou tentando dançar) aquela música estranha.

Vendo ao longe uma sonserina vestida de pavão chique, com cabelos azuis e óculos escuros parada rindo enquanto o povo se acabava, Arwen pediu licença a Josh, seu par de dança e foi rapidamente até a Selina, puxando-a pela mão.

“Quando vem a chuva grossa, a água do cume desce
o barro do cume escorre, o mato no cume cresce”

– Tá maluca? Nem sei como dançar isso.

– Você não tem escolha, é a Rainha de Paus do baralho acciano e por isso tem que nos ajudar. Está no contrato que você assinou. – E piscou os olhos marotamente. – Venha ou eu mando cortar-lhe a cabeça!

– As malditas letras miúdas… Não se pode confiar em grifinórias… Ainda mais quando uma delas é a Rainha de Copas…

– Grifinórias, uma corvinal e Marotas! Agora vem e para de resmungar.

Aos poucos os convidados foram tomando a pista. Gente do mundo trouxa, do mundo bruxo, dos blogs amigos de fanfic… Todos unidos num só coro, dançando e cantarolando aquela coisa que os trouxas chamavam de música brega.

“Então quando cessa a chuva, no cume volta a alegria
Pois volta a brilhar de novo o sol que no cume ardiaaa…”

 

* A valsa da festa é O Cume, do Falcão.

*********

* Quer participar da festa? Mande sua fic contando como foi a festa pra você! ^^
* As dolls candidatas estarão espostas no Accio Dolls. Clique AQUI para conferir e votar!
* Quer ouvir a música da “valsa”? Clique AQUI.
* Mais tarde, fotos da festa!!!
* E a nossa comemoração vai durar até o final do mês! (nem rave é assim XD). Divirtam-se!!!

E estamos esperando sua participção na festa! Inté!

Feitiço conjurado por Arwen Lórien Potter às 17:26 h

Happy Accio!!!

Há exatos dois anos, começava a viagem mais maionésica pelo universo mágico de J.K. Rowling. E para comemorar nossos 24 meses de existência, resolvemos fazer uma big festa! Pra começar, presentes! Inauguramos uma página de templates para uso gratuito, com códigos disponíveis para blogger, blogspot e weblogger (clique AQUI).

Também fizemos novas dolls para os perfis dos personagens e várias comemorativas, que podem ser conferidas AQUI. Falando em dolls, ainda esta semana, temos uma grande surpresa para todos. Não percam!

Continuando nossos festejos, nosso blog agora tem um irmãozinho que inaugura hoje. Já é famoso antes de começar efetivamente e vai ser um sucesso enorme, o ACCIO PAST. Ambientado no século X, contando histórias das 7 primeiras turmas de Hogwarts. Também teremos supresas e presentes aqui durante a semana de festa Acciana.

Enfim, até a próxima segunda-feira, estaremos com muitas novidades, gifs, plaquinhas, dolls, e um upgrade dos sonhos no dollmaker. Aguardem.

Vamos ao que interessa: a festa!!! Premiamos os melhores do Accio nesses dois anos de vida no mais puro estilo Oscar. As categorias podem ser vistas no fórum clicando AQUI. E para apresentar o grande evento de gala, convidamos pessoas ilustres.

Image hosting by Photobucket

MERIDIANA JOHNSON, DO EXPRESSO HOGWARTS E LIAM KENWORTHY, DO MAGIC SPELL.

*aplausos*

*******************************************************

É um grande dia para as estrelas accianas. O céu está perfeito, como só nas histórias acontecem e todos estão impecavelmente arrumados. O grande auditório está lotado de estrelas, indicadas ou não. Convidados de outro blogs também têm seu destaque e a platéia lota a parte superior. Todos aproveitavam o imenso banquete, farto de quitutes, cervejas amanteigadas e champanhes asas-de-fada que eram servidos. Afinal, aquela era a festa de premiação em comemoração aos dois anos de aniversário do Accio. Uma boa festa merecia um excelente banquete.

O silêncio toma o salão quando as luzes apagam e dois holofotes iluminam a cortina vermelha. Momento onde todos irão conhecer os apresentadores da noite, segredo guardado a sete chaves até o momento.

A música de fundo – Charriots of Fire – começa a aumentar o volume e as cortinas se abrem. Os dois apresentadores descem as escadas um ao lado do outro e todos podem ver que o rapaz é o Liam Kenworthy do Magic Spell e a ruiva ao lado é Meridiana Johnson, do Expresso Hogwarts.

Boa noite a todos. – Liam é o primeiro a falar.

Boa noite! Temos a honra de apresentar hoje o Oscar do blog Accio Cerebro. – completou, Meri, sorrindo para a platéia

E eu tenho a honra de ficar ao lado da ruiva mais linda que eu já vi. Eu tenho que sair do roteiro somente para elogiar a Meridiana. Senhoras e senhores, uma salva de palmas para ela.

Que isso Liam… – Meri sorri sem graça e começa a ficar na cor do vestido.

Não precisa ficar vermelha, estou apenas falando a mais pura verdade.

É que não estou acostumada a ser elogiada assim… – respondeu a ruivinha, ficando ainda mais encabulada.

Não é minha culpa. Todos os rapazes aqui concordam que sua roupa está de arrasar. – retrucou o rapaz, dando uma piscadela para Meri.

Er…obrigada, Liam… Mas acho que o pessoal aqui não veio ver meu vestido…E sim os grandes astros do Accio. – Meridiana tenta fazer o rapaz voltar ao roteiro pré-programado. – Vamos fazer uma pequena homenagem aos quatro fundadores desse lindo blog.

Eu já tive a honra de conversar com as Marotas no forum do Accio. Foi perfeito… Estávamos nós nos jardins e tinha junto mais algumas das lindas garotas que participavam do Accio conversando animadamente. Surgiu a idéia de uma festa com muita cerveja amanteigada e claro que foi falado que as panquecas era obrigatório. Eu até hoje me pergunto qual a fixação nas panquecas…

Depois dessa sensacional participação das Marotas nas lembranças do nosso apresentador, vamos aos evento principal da noite. – continuou Meridiana – Como todos sabem, estamos aqui para premiar os destaques dos dois anos de existência do Accio Cerebro. Homenagear aqueles que fizerem a história do blog. Os prêmios foram divididos nas categorias: Personagens, Posts, Pérolas e Efeitos Especiais.

Pena que não tem uma categoria de Moça mais bonita, eu votaria em você mesmo não fazendo parte do Accio. – emendou Liam, sorrindo insinuante para a ruiva.

Obrigada, Liam. Mas, que tal nós começarmos anunciar os premiados?

Meridiana abaixou os olhos. Encabulada. Pelo visto aquela seria uma noite muito longa. Na platéia, um rapaz moreno de olhos bicolores também pensava consigo que aquela seria uma noite muito longa, com aquele engraçadinho do Liam fazendo aqueles gracejos descarados. Virou um copo de cervejinha em um só gole para se acalmar.

Ah, sim… Os premiados… – continuou o rapaz, custando a desgrudar os olhos da moça ao lado para os envelopes que seguravam. – Linda ruiva com olhos esmeraldas deslumbrantes, poderia falar nossa primeira premiação da noite, um prêmio que vários alunos de Hogwarts concordam que é merecido.

Na categoria “Efeitos Visuais”, o grande vencedor da noite foi “Intimidades Sebosas”, aham, homenagem ao mais aham “querido” professor de DCAT e Poções que já tivemos, onde as Marotas constroem fotos que muitos ainda acham que é real. – disse Meri.

Na platéia, lado a lado, uma moça de traços indígenas, Anna B. Snape do Accio, e uma menina de cabelos muito escuros, Raven Sinclair do Expresso Hogwarts, cruzaram simultaneamente, os braços, torcendo o bico para o resultado final. Parece que as “consortes reais” não ficaram muito felizes com a “homenagem” que fizeram ao “príncipe” que ambas tinham como senhor de seus corações.

– Isso é tudo despeito desse povo contra um bruxo da estirpe de Severus – sussurrou Raven por entre os dentes.

E, é claro que não poderíamos deixar de chamar um dos grandes vencedores da noite, Gabriel Lupus para receber seus vários prêmios, alguns compartilhados com as talentosas fundadoras do Accio, as Marotas. Gabe ganhou nas categorias: Melhor Post Cômico (Gabe Wars – Episódio I e final), melhor fic conjunta (Gabe Wars – episódio I e final (As Marotas Contra-Atacam) e Personagem mais cara-de-pau, sendo uma escolha unânime entre os votantes nesta última categoria.

Gabe levantou a cabeça da mesa ao ouvir o seu nome ser chamado, meio grogue. Sem que ele tivesse percebido, Bolhinha, sua leal fadinha havia despejado um pouco mais da bebida do Imperador do Mundo da Fantasia no copo do rapaz, para ajuda-lo a comemorar o grande dia.

Tropeçando nas próprias pernas, Gabe subiu ao palco para pegar os prêmios.

– E aí, gatinha… – disse, virando-se para Meridiana- você vem *hic* sempre aqui?

O que você pensa que está fazendo? – perguntou Liam, puxando Lupos pelo braço. – Está querendo me empatar? Será que você na notou que eu estou tentando faturar a ruiva a noite inteira?

– Que isso *hic* – retrucou Gabe – Você acha que ela vai preferir você ou o grande campeão da noite, aqui? *hic*

E antes que alguém pudesse impedi-lo, Gabe abraçou Meridiana pela cintura, postando a cabeça bem em cima dos seios da moça. Um silêncio mortal se fez no salão, sendo quebrado por um ronco vindo da Gabe.

Ele ta dormindo? – perguntou Liam

E babando… – respondeu Meri, cada vez mais vermelha de vergonha pelos incidentes daquela noite, enquanto tentava, inutilmente, se soltar do braços do sonserino.

Eis que, em um rompante, um rapaz se levantou do meio da multidão.

– Tudo tem limite – resmungou ele baixinho.

Subindo no palco, ele soltou os braços do sonserino lobisomem da cintura da ruiva.

Obrigada, Lucien.

– Não há de quê, fraulëin – respondeu o rapaz, enquanto puxava, pelos pés, um desacordado Gabriel Lupos palco afora.

Quando Lucien desce do palco carregando Gabe, uma sonserina de cabelos azuis o ajuda a levar o rapaz de volta para seu lugar e fazê beber algo para voltar ao “normal”. Em uma mesa ao lado, uma sonserina de cabelos negros e olhos muitos verdes sorri ao ver a cena e não resiste.

“Lucien, tá na hora de acordar!!!”

Meri olha para a Carol e tenta achar onde foi parar seu sensatez. Por que teve que aceitar o convite de ser apresentadora do Oscar Acciano? Querendo fazer tudo seguir corretamente, a grifinória continua.

Para anunciar o prêmio de Melhor Frase/Diálogo, um convidado mega especial. Direto das páginas de O Senhor dos Anéis temos, O Olho de Sauron.

Muitos convidados postam as mãos nos lábios, assustados com a visão de um enorme olho brilhante flutuando no meio do palco. O Olho de Sauron se aproxima do microfone, mas nada é ouvido.

A tensão percorre o salão. Meri inclina-se em direção em Olho, tentando entender o que ele quer dizer, mas nada compreendendo. Sacode a cabeça em negativa para Liam, que resolve intervir:

Bem, parece que o Olho que Tudo Vê, não consegue falar. Mas, segundo a nossa vencedora, Alexis Dumbledore, “Cuidado com o que falam! O olho que tudo vê também ouve!”

Muitos suspiram aliviados ao vêem que o Olho saiu do palco.

Infelizmente a nossa vencedora na categoria Maior Viagem na Maionese, a senhorita Avada Kedrava, filha de Você-sabe-quem, precisou sair às pressas da festa. Ainda estamos averiguando se foi por causa do excesso de maionese, ou se alguém lançou nela o grande campeão da categoria, melhor azaração/feitiço original, o Apetitosum diarreicus, idéia brilhante da marota Dani Lupin!

E a marota filha do nosso querido Lupin também é ganhadora do Casal Proibido para Diabéticos junto com seu noivo. Uma pena essa morena ser comprometida, mas me dizem que o casal é realmente doce.

Temos um prêmio onde muitos choraram ao ler, minha amiga Arwen Potter sofreu a pior detenção ao ter que, eca, lavar todo o uniforme do time de quadribol. Isso mostra exatamento o porque do nosso primeiro prêmio.

Palmas para nossa elfa que sofreu terrivelmente na mão do Seboso.

Ana Snape e Raven se levantam para protestar, mas desistem ao ver que quase todos os outros alunos iriam defender a orelhuda.

Meri, deixe-me falar desse prêmio. Eu caí de rir ao ler a indicação e não tinha dúvidas que seria ganhador. Quem pensaria em chamar sua coruja de Coruja? – Liam já começava a rir enquanto Bill ia pegar seu prêmio e olhava torto para o apresentador.

Meridiana virou os olhos ao ver que Liam ainda estava rindo do nome do animal do corvinal que já saíra do palco.

No Accio o troféu “Eu me amo” irá para o Leo Digwell, sorte dele que o Liam é do Spell. E o troféu que muitas irão virar a cabeça é do Bumbum Maravilha que irá para Daryl Purple.

Quando os dois rapazes subiram ao palco, Liam fechou a cara e se postou entre eles e Meri. 99% das garotas da platéia suspirava na visão. Algumas desmairam ao ver Purple andar para sair do palco.

Para aliviar os rostos que vejo nos meus companheiros, iremos entregar o troféu das pessoas mais engraçadas Misty McGonagall e August Longbottom. Essa linda garota também ganha o famoso Troféu Joselito, a mais sem noção da história do Accio!

No telão atrás aparecem várias cenas protagonizadas pelos ganhadores, o que faz a platéia gargalhar.

E aproveitando o bom humor de todos, iremos entregar o Troféu Stress. Liam, fala quem ganhou!

Eu? Nessas horas sou seu cavalheiro, certo? Tudo bem… Ludivika Abóbora!

Os dois apresentadores dão dois passos para trás enquanto a ganhadora fazia seu discurso de agradecimento.

Agora iremos entregar os prêmios mais esperados da noite.

Nós já entregamos dois prêmios de posts Liam. O Gabe ganhou, lembra? Um pouco antes de babar na frente de todos.

Mas esse eu adorei o título, excelente filme e admito que quase chorei ao ler. Melhor novela mexicana “A Sombra e a Escuridão”.

Diego Potter fez questão de entregar o prêmio para a Arwen Potter. Foi uma das categorias que mais gostou.

Uma das fics mais non-senses que eu já li: melhor fic onde não entendemos nada é de Rodrigo Halliwell, “Ótimos Resultados”.

E claro que o prêmio seguinte eu irei anunciar. Melhor post de Ação vai para August Longbottom com o “O Expresso de Hogwarts”. Um título ganhador, claro. E Bill MacMillan leva outra estatueta com melhor título, lógico, com “McMillan pra Viagem”.

Eu fiquei impressionado com a criatividade dos autores, Profº Anna Snape começou e Arwen continuou. Um tema vencedor: post mais criativo para “Filmes que vemos em Hogwarts 1” e “Mais Filmes”.

Como último prêmio da noite, foi algo especial para uns ou uma, mas foi ABSURDO para o resto da nação. Acredito que muitos de nós ficaria traumatizado com o que aconteceu com essa pobre alma. Sr. Leo Digwell, venha receber seu prêmio por sobreviver ao “Beijo do Seboso”. Ele ganhou com 100% dos votos e foi muito merecido.

Ana ficou vermelha enquanto tentava segurar seu marido na mesa. Ao lado Raven tentava se imaginar na cena vista pelo vencedor. Logo depois olhou para a profª Anna e viu que sempre iria ter competição pela atenção do Senhor do Coração dela.

Bem, aqui encerramos o Oscar do Accio Cerebro – anunciou Meridiana – Agradecemos a presença de todos e esperamos encontra-los aqui no próximo ano.

Bem, eu espero te encontrar daqui a pouquinho… O que acha de emendarmos a festa e irmos daqui para algum lugar mais discreto? – disse Liam, enquanto a música de encerramento já subia ao fundo.

Meridiana não agüentou e começou a rir.

Desculpe, Liam. Você é um amor, mas…bem…meu coração já tem dono. – respondeu Meri, que inclinando-se, deu um beijo na bochecha do rapaz.

A ruiva se afastou para o meio da multidão, que aproveitando o encerramento da transmissão do prêmio, se aglomerou no meio da pista do salão, onde a verdadeira festa iria começar ao som dos sucessos das Esquisitonas.

Vendo a ruiva se aproximar da amiga, que dançava próxima das famosas Marotas, Liam passou a mão do lugar onde fora beijado.

Bem, pelo menos tenho o prêmio do ano que vem para esperar…Quem sabe?

E, sorrindo, se juntou à festa.

Escrito por Meridiana Johnson e Liam Kenworthy. Muito obrigada pela participação de vocês na nossa festa!!!

Fotos (devem ter sido encomendadas pelo Liam. Cadê os garotos??? Oo):


As vencedoras das diversas categorias.


As indicadas.


Estrelas Accianas


Mais estrelas Accianas.

Dolls de festa by Carol Smith

Feitiço conjurado por Arwen Lórien Potter às 16:29 h