Aniversários em pencas

Porque esse pessoal aqui do Accio tem mania de fazer aniversário tudo amontoado! rs

Ontem, 26/06, foi o dia dos nossos queridos Diego (Seifer) e Thiago (Henry).

E hoje é o dia do meu big bro, o Daigo (Bill)!

É verdade que o Dih não escolheu até hoje uma data de aniversário para o pobre Seifer, e que o Thi deu outra data de níver ao Henry, mas deixa quieto! :P

Meninos, feliz aniversário! Tudo de mágico para vocês!

meninos_aniversariantes

 

E né, e não menos importante, ontem também foi o aniversário da Zoreinha! 8D Não da Dani, a mãe dela, mas da Zô mesmo. :) Festa para todos!

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Dia 12/05 deixei passar batido o aniversário da Fab… Mas né, depois faço um update aqui e insiro a dollzinha dela também, eis aqui uma dollzinha de happy birthday para ela!

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É isso aí! Espero que vocês tenham aproveitado muito o dia de vocês, curtido bastante e que tudo de bom aconteça pra vocês nesse novo ciclo. :D

Lembranças de uma cobra no cativeiro

“Era uma vez uma bela dama de pele branquíssima que vivia no meio de campo floral com altíssimas árvores que pareciam cutucar os céus. Ela possuía sete pequenos amiguinhos que possuíam uma personalidade forte e marcante que os distinguiam dos demais.

Esta donzela, como assim a chamaremos por enquanto, sonhava com um rapaz lindo, alto e belíssimo que a salvaria do mundo e a tornaria uma princesa das mais conhecidas do mundo. Talvez ele apareceria em um cavalo branco cavalgando pelas encruzilhadas daquele campo e a salvaria daquela triste realidade que era viver com pássaros cantando, árvores com frutos frescos e uma bruxa à espreita.

Mas todas as expectativas da jovem moça foram superadas. Um rapaz loiro, de pele branca como a neve e trajando um sobretudo tão negro quanto a escuridão – mas com detalhes em verde-esmeralda – entrou em sua casa. Ele era bem mais belo que qualquer príncipe que ali poderia aparecer.

– Olá, jovem Senhora. Vejo aqui que você possui sete pequenos amiguinhos em sua casa – Disse aquele misterioso e belo rapaz.

A jovem atravessou o cômodo e aproximou-se do belo humano que ali estava. Suspirou e então respondeu:

– Não poderia estar mais encantada do que recebê-lo, meu jovem lind… digo, meu jovem. – Falou desconcertada. Sua pele branca como as nuvens ganhou contornos avermelhados da timidez e então se afastou antes de completar: – Por qual motivo este tão belo e jovem rapaz estaria interessado?

O jovem pigarreou e tirou a sua cartola da cabeça (que até então eu não havia descrito aqui por não ter lembrado que aquele jovem e elegante rapaz usava uma cartola). E então, balançando-as nas mãos bem arrumadas em luvas brancas, sorriu.

– Gostaria de comprar um deles.

A jovem assustou e levou a mão até sua boca, que soltou um grito agudo que fez os galhos da árvore balançar e os passarinhos voaram com um presságio de mau sinal.

– Nunca, jamais, venderei um de meus amigos! – Indignou-se, fitando o rapaz com um olhar desconfiado.

O belo rapaz afastou parte de seu sobretudo e colocou a mão direta no bolso lateral de sua calça. Ele retirou algumas moedas brilhantes que reluziram à luz solar. Ouro. Colocou-os sobre o balcão e sorriu.

– Acredito que isso seja o suficiente para os gatos, minha bela donzela.

A jovem que estava prestes a morder uma maça, deixou o alimento cair ao chão e rolar pelo chão da sala. Ao longe o rapaz imaginou ter ouvido um grito agudo que poderia ser de uma bruxa ao longe “Você não me escapa Branca, eu voltarei!”, mas ele não tinha certeza se tinha de fato ouvido algo ou era apenas a sua belíssima imaginação, que combinava com todo o resto de seu ser: belo.

– Venha comigo, irei te mostrar onde estão os meus amiguinhos. Você poderá escolher apenas um para levar consigo. Estamos combinados?

– Combinado, minha cara. – O lindo e educado e querido e magnífico jovem fez uma referência e então seguiu a donzela até os fundos da casa.

– Eles estão nessas jaulas. Apresento-lhe zangado, dengoso, soneca e atchim. Você pode escolher entre um deles. Os demais não estão à venda”

– Pode parar essa história aí. – Disse Pansy, que estava largada em um sofá do salão comunal da Sonserina. – Eu tenho certeza que já ouvi essa história, ou parte dela em algum lugar.

Seifer Snakeheart, que estava sentado no sofá em frente à Pansy e a dois outros sonserinos do primeiro ano revirou os olhos.

– Por qual motivo eu inventaria essa história, Pansy? Estou contando da forma mais sincera e real que o fato aconteceu. Agora, se você me dá licença, minha plateia espera a conclusão de minha jornada.

“E então, antes de eu ser brutalmente interrompido pela má educação alheia, eu estava na parte que aquele belo jovem loiro e lindo estava dentro daquela casa com uma jovem donzela de pele branquíssima que ignorou todos os seus sentimentos e, por ouro, resolveu vender seus amigos.

– Eu aconselharia você a ficar com o atchim, ele é uma boa pessoa. – Disse ela, tentando enganar o sagaz e maravilhoso rapaz que olhava atentamente para as jaulas a sua frente.

O jovem aproximou seus olhos dos grandes olhos âmbar da jaula central e os fitou por alguns segundos. Soneca retribuiu o olhar e piscou algumas vezes, mas não desviou. Seus grandes olhos continuaram a encarar o loiro. Pelos próximos dois minutos, que parecem uma eternidade para Branca de Neve, digo, para a donzela em questão, ele decidiu-se.

– Levarei ele. Mas trocarei o nome. Se chamará Reg daqui para frente.

– Não é um bom nome para uma coruja! – Gritou a donzela, que em poucos instantes tirou a jaula da parede e entregou para o rapaz. – Diga-me, caro lindo senhor, poderia ter o prazer de saber o seu nome?

– Snakeheart. Seifer, Snakeheart. – Disse o lindo rapaz. Ele agarrou a jaula das mãos da doce donzela e a deixou em sua cabana antes de sair com sua nova coruja de pelugem branca, deixando a donzela aos suspiros”.

Seifer encarou os olhares atônitos dos pequenos recém-indicados a Sonserina e também vislumbrou o olhar de desconfiança de Pansy, que o encarava.

– E foi dessa forma que eu comprei Rag, a minha coruja. Nesta loja encantada. Dizem que uma bruxa má atacou essa donzela e a colocou em sono profundo. Mas isso eu já não sei mais se é verdade, já que nunca mais vi Branca.

Pansy levantou-se e desamassou as vestes. Passou a mão pelos sedosos cabelos e por fim revelou seus pensamentos:

– Você lembra que nos encontramos no empório momentos antes de você comprar essa sua coruja anciã, não é mesmo?

Seifer corou.

– Esse era Rag I, esta história é da minha coruja mais linda e poderosa, Rag II, que comprei com Branca, parecida com a Neve.

– Sei… – Pansy revirou os olhos e sem falar mais nada disparou pelo salão comunal da Sonserina. Ela jamais entendeu como um tipo daquele foi parar na casa da cobra. Mas tinha mais coisas para fazer, como encontrar Draco Malfoy pelos corredores de forma casual (para ele, já que para ela a intenção era encontrá-lo e jogá-lo na parede feito lagartixa).

Seifer voltou-se para a sua plateia de duas pessoas. Uma jovem menina de longos cabelos loiros até a cintura e um miúdo menino de olhos negros como o universo.

– Agora sumam daqui antes que eu mande Rag picar vocês. Chega de história por hoje.

As crianças levantaram-se e saíram em disparada pelo mesmo caminho onde segundos antes Pansy passou. No sofá do silencioso e vazio salão comunal da Sonserina, Seifer continuava a fazer carinho em sua coruja de estimação.

– Você é ou não é a coruja mais linda de todo o mundo, hein Rag? Não ligue para o que digam, até hoje não me arrependo de adotá-la quando você caiu da árvore e entrou pela minha janela de casa. Mas você sabe como é, você precisa de uma história poderosa para eles temerem você. E afinal de contas, quem aqui já ouviu falar de Branca de Neve? Então essa é a nossa história. A história verdadeira.

Como se entendesse tudo que o sonserino havia dito, Rag bicou suavemente a mão direta do rapaz e soltou um pio de felicidade. Eles estavam bem.

Atualização do elenco, personagens secundários e elenco antigo

Depois da entrada triunfal do Henry, eu estava devendo uma atualização do elenco do nosso futuro longa metragem. rs

Eis que finalmente atualizamos o quadro. Aproveitei e incluí dos personagens secundários até o momento, os pais da Arwen e os pais do Chris.

ELENCO-2

ELENCO_secundario-2

Elenco principal: Arwen – Alexandra Daddario / Alexis – Hailee Steinfeld / Dani – Ellen Page / Chris – William Moseley / Daryl – Logan Lerman / Josh – Ben Barnes / Misty – Georgie Henley / Bill – Zachary Gordon / Ludi – Birdy / Selina – Jennifer Lawrence / Gabe – Tyler Posey / Seifer – Callan McAuliffe / Fabian – Zoe Aggeliki / Wenna – Normani Kordei / Henry – Johnny Simmons

Elenco secundário: Liv – Liv Tyler / Bryan – Tom Everett Scott / Cal – Zooey Deschanel / Andy – Ben McKenzie

E aqui a lista disponível no IMDB.

E conforme o prometido há mil anos, o elenco antigo! Ui!

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Elenco antigo: Arwen – Katie Holmes / Alexis – Natalie Portman / Dani – Rachel Bilson / Chris – Chris Evans / Daryl – Jared Leto / Josh – Hayden Christensen / Misty – Mary Kate Olsen / Bill – Tobey Maguire / Anna Brightbelt – Tia Carrere / Selina – Christina Aguilera / Gabe – Danny Masterson / Seifer – Jason Behr / Fabian – Jessica Simpson / Wenna – Catherine Zeta-Jones / Anna Valerious – Kate Beckinsale / Moonlight – Alexis Bledel / Amy – Avril Lavigne / Felicia – Vivien Cardone / Heather – Dulce Maria / Julianne – Emma Roberts / Cypri – Evangeline Lilly / Suze – Mariska Hargitay.

E aqui também a lista no IMDB.

Poxa, acho que melhorou consideravelmente o elenco, pelo menos no quesito noção básica de idade, rs.

Novas dolls e feliz natal!

Finalmente trocamos nossas dolls de perfil! \o/ Deu um trabalhão do cão, mas valeu a pena!

E não devemos postar nada novo até o ano novo, então fica aqui nossos votos de feliz natal e um ano novo mágico para todos!

Feliz 2014!

accioano4_1 natal

 

Update: Adicionei uma montagenzinha com umas dolls que fiz há mil anos nesse post. ;)

Agora acabou mesmo! rs

 

Todo mundo em pânico

Copa Mundial de Quadribol – final

 

– Josh, o que… Como você… Você aparatou aqui?! – Arwen falava baixo, encarando o colega corvinal bastante surpresa. Afinal, Joseph Belmont tinha praticamente a mesma idade que ela e que todos os outros que estavam mais atrás, e a marota não tinha dúvidas: o rapaz acabara de aparatar bem diante do seu nariz.

– Essa é uma história longa e secreta, mas é para ser contada em outra ocasião. Você não está sozinha aqui, não é? – ele perguntou, mas não esperou resposta, logo conseguiu visualizar o grupo mais adiante – Vem, melhor ficarmos todos juntos. – e começou a andar ao lado da menina, ambos com passos bastante apressados.

Enquanto caminhavam, Arwen sentia um ligeiro rubor tomar suas bochechas, e também um tico de palpitação – fato comum todas as vezes que ela punha os olhos no amigo corvinal. Porém, a despeito dos sintomas adversos que ela experimentava naquele momento, não pôde deixar de reparar na floresta ao seu redor, e de novo, sentiu aquela estranha sensação de já conhecer aquele lugar.

– Boa noite, pessoal. – Belmont cumprimentou os demais ao se aproximarem deles. Todos viraram para trás, sobressaltados com a voz diferente que lhes falava, mas Alexis abriu um sorriso enorme ao reconhecer o recém chegado. O corvinal era seu amigo de infância e companheiro de muitas traquinagens.

– Josh! Que bom te ver por aqui! – Dumbledore o cumprimentou com um abraço de urso – Perdido no meio do mato, pandão? Vejo que você acabou encontrando uma marota fujona… – Alexis finalizou com um olhar de esguelha para a amiga e um sorrisinho estranho que Arwen fingiu não entender.

Belmont fez cara de paisagem, parecendo não ter ouvido o último comentário da amiga. Se apresentou para quem ele não conhecia, e analisando a localização do grupo de colegas e o trajeto dos vândalos no acampamento, considerou que onde estavam, poderiam ficar muito vulneráveis.

– Pessoal, acho que aqui estamos muito expostos.  Creio que podemos nos posicionar mais ao fundo, longe da visibilidade do acampamento. Como desconhecemos o que eles pretendem exatamente, não acredito que seja seguro ficar aqui, nas vistas deles. – o rapaz sugeriu, já avaliando a rota que fariam mais para o interior da floresta.

Todos concordaram, inclusive Seifer, que nem tentou abrir a boca para contestar. Logo o grupo seguia em silêncio, rumo à uma pequena clareira, onde eles se acomodaram sentados no chão, dispostos em círculo. Novamente, a cama de folhas de Callista foi conjurada por Dani Lupin e os garotos puderam descansar um pouco enquanto esperavam pela resolução do tumulto.

Arwen não comentou nada com os demais sobre a forma como encontrara Joseph. Diante da reação do rapaz, ela percebeu que era um segredo e que deveria ficar calada. Dani e Alexis desenhavam no chão com gravetos algo que parecia um jogo da velha. Seifer olhava para os lados e para trás freneticamente, ainda com o rosto pálido e as mãos trêmulas. Gabe puxou uma garrafinha do bolso, que havia conseguido com um bruxo estrangeiro durante a tarde, ao vencer uma aposta, e engoliu o seu conteúdo numa tacada só. O hidromel era muito precioso e em quantidade muito pequena para ser compartilhado com tanta gente. Potter continuava a observar o local intrigadamente, tentando se recordar de onde ela poderia conhecer aquela floresta. E Chris encarava diretamente o corvinal. Ele acabara de reconhecer o rapaz que afrontou o bando mascarado e fora desarmado de imediato.

– Desculpa me intrometer desta forma, mas você conseguiu recuperar sua varinha, Belmont? – Storm interrogou, sem rodeios – Desculpe, não pude deixar de ver o que aconteceu, quando você se aproximou dos caras no acampamento…

– Consegui – Joseph replicou, ríspido – Tentei fazer alguma coisa e, como você viu, falhei miseravelmente. Aqueles caras não estavam de brincadeira, é um bando perigoso.

– Josh querido, desculpa, mas isso de se meter a herói e encarar sozinho um bando de gente bizarra tocando terror num evento público é coisa de grifinório! – Alexis comentou com o amigo– É óbvio que isso não ia prestar!

Antes que Belmont pudesse responder à amiga, o grupo se assustou ao ouvir a voz exaltada de Dani Lupin.

– Gabriel Lupos, o que pensa que está fazendo? Saia já de cima de mim! – enquanto esbravejava, ela tentava se desvencilhar de um Gabe que havia passado o braço em seu ombro e deitado a cabeça no peito da garota, enquanto resmungava falas desconexas.

– Zó zaio se focê casar comigo, donzela de gelo! Lobinha e Lupos, Lupos e Lobinha, olha como zoa bem aos nozzos zouvidos!

– Eu sou uma garota COMPROMETIDA, entendeu? E nem no meu pior pesadelo eu teria qualquer coisa com você, cruza de trasgo com ogro!

– Comprometida, Lobinha? Vozê está namorando? Num sabia, quem é o felizardo? Mas não importa, não sou ciumento… – o garoto insistia, visivelmente alterado.

– Mas meu amado livro de poções é, caia fora! Minha relação com ele é muito séria! E TIRA A MÃO DAÍ!

O clima de tensão foi quebrado pelo ataque de Gabe, visivelmente alterado por causa do hidromel, que causou risos da maioria dos presentes naquele grupo pouco comum. Arwen e Alexis tentavam segurar as gargalhadas e tirar Gabriel de cima da Lobinha antes que ela acertasse o rapaz com um cruzado de direita ou pior, o azarasse.

Tudo aconteceu muito rápido. Num instante, estavam todos rindo e os ruídos do acampamento pareciam estar distantes. No minuto seguinte, os garotos começaram a ouvir gritos desesperados e uma coisa que emitia uma luz verde intensa e brilhante irrompeu no céu, clareando o local onde estavam. Arwen virou a cabeça para cima e viu o crânio enorme subindo no firmamento, com uma cobra saindo da boca como uma língua tenebrosa, envolto em uma nuvem de fumaça esverdeada. A constatação dos fatos caiu sobre ela como um raio. Acabara de se lembrar de onde conhecia aquele lugar. Era a floresta do pesadelo que tivera na noite anterior, e o que ela viu no céu naquele sonho era justamente aquele crânio. Lembrou-se com clareza do pavor que ela sentiu ao ver aquela imagem no pesadelo, mas agora que estava diante dela de verdade, não compreendia o porquê de tanta histeria. Até que ouviu a voz trêmula de Seifer balbuciando alguma coisa e parou para prestar atenção.

– A… marca… Né, quem se importa com a caveira? O Lord da cobra de marca dark… A cobra negra do lord dos crânios.. Não, ninguém tem medo dele, ele já era… Mas o que… O Lord das Trevas…

– Vem Arwen! Snakeheart! Corram! – Dani Lupin apressava os dois, puxando-os, enquanto Josh guiava o grupo em direção à orla da floresta.

Mesmo com o clima tenso, ao perceber Gabe dando no pé junto deles, apesar do hidromel, a Lobinha não se fez de rogada.

– Pois é, né? Até o Gabe que estava mais para lá do que pra cá encontrou as pernas e meteu o pé…

Eles voltaram a correr, desta vez mais rápido do que antes, fazendo o caminho oposto. E antes que pudessem tomar outra trilha e desviar do acampamento, foram interceptados por Liv, Bryan e Andy.

– Graças ao bom Merlin, vocês estão bem. – Liv falou, abraçando a filha e as meninas.

– Pessoal, hora de voltar. Quem quer que tenha conjurado aquilo no céu, afugentou nossos perseguidores de trouxas. – Bryan informou os jovens e seguiu adiante, assumindo o lugar de Belmont no comando do grupo.

Enquanto retornavam, Arwen seguia pensativa. Sentia um incômodo estranho ao lembrar-se do pesadelo. Não foi a primeira vez que ela sonhara coisas que vieram a acontecer de fato, mas em geral eram fatos sem maior importância. E diante da reação de Seifer mencionando o tal Lord e do desespero geral da população bruxa presente no incidente, ela acabou tirando as suas próprias conclusões.

– Mãe, aquilo no céu é a…

– É a Marca Negra, Zoreiudinha. – Dani Lupin completou a frase de Arwen antes que Liv pudesse responder. – Por isso a galera deu no pé desesperada. A propósito, Snakeheart, você… Seifer? Seifer Snakeheart?

Os garotos olharam ao redor e perceberam que Seifer havia sumido.

 

Por Arwen, Josh e pinceladas de Dani Lupin