Muito barulho por nada – final

A grifinória de orelhas pontudas corou. Respirou fundo e chamou a garçonete.

– Mais um uísque de fogo, por favor.

A moça que os servia olhou seriamente assustada para o rapaz, como que lhe cobrando alguma atitude que freasse a garota ou ela cairia ali dura, em coma alcoólico. Com um olhar de quem está reprovando o ato, ele disse sério para a garçonete:

– Dois.

Resignada, a moça se retirou. Enquanto as bebidas não vinham, a menina de cabelos negros agora teimando em cair sobre os olhos respirou fundo e recomeçou.

– Bom, reiniciemos então. – disse pausadamente – A história começa há muito tempo, quando eu ainda achava que era proveniente de uma família pacata e feliz. Minha mãe estudou em Hogwarts, conheceu meu pai, casaram-se e foram felizes até o dia em que ele morreu, quando eu ainda tinha míseros 10 aninhos de idade. Sempre achei tudo normal, uma vida normal, família normal…

As bebidas chegaram. Esses e ainda muitos outros copos de uísque de fogo vieram. Tantos quantos Arwen jamais vira na vida. Se bem que depois do segundo ela já estava vendo tudo dobrado, logo não saberia dizer ao certo quantos copos viu ao todo naquela tarde. Mesmo assim, resumida e pausadamente, contou ao corvinal que lhe emprestava a orelha amiga todo o drama familiar que se descortinara desde a morte de sua mãe, passando pelas férias em Lothlórien e finalmente, nas suspeitas e na conversa com o ex-professor Remus Lupin. Em contra-partida, Belmont, também mais à vontade, retribuiu a confiança da garota respondendo às perguntas dela sempre que possível sobre sua vida e peculiaridades em geral… E, quando o papo estava bem cabeça, eis que a porta da casa de chá se abriu mais uma vez, irrompendo por ela não só um vento gelado maldito, como também muito mal acompanhado: Marieta e Chang.

Mal empestiaram o recinto com suas presenças e já avistaram Arwen na mesa acompanhada do mais novo bom partido da escola. Se aproximaram como se fossem amigas há de eterno da pequena grifinória. A marota simplesmente as olhou, em especial a Chang. Cumprimentou-as cinicamente, levantando-se em seguida. Joseph olhava para a Potter sem entender direito o que estava acontecendo. Entendeu menos ainda quando ela o segurou pelo punho e o puxou suavemente, para que ele se levantasse. E ficou boquiaberto, sem saber o que pensar ou o que fazer quando ela simplesmente o enlaçou pelo braço, dizendo às meninas que já estavam de saída, ficou na ponta dos pés e lhe deu um beijo no rosto, dizendo “Vamos agora né, querido?”. Deram as costas para a dupla de intrusas e logo estavam na gélida e dura realidade: um frio da peste, um vento de lascar e uma tontura incrível tomando conta da cabecinha da menina, que só parou de pé porque o amigo a segurara.

– Tudo bem? – disse Belmont ainda sem saber o que fazer e sem entender patavinas.

– Acho que sim, só preciso que o mundo pare pra eu descer… Acho que comi de menos e bebi demais. Não se preocupe, vamos procurar o pessoal?

Arwen tentou seguir em direção ao 3 Vassouras, mas acabou dando um rodopio discreto. Mais uma vez foi amparada por Joseph, que decidiu sem pensar muito.

– Não, está muito frio, já está tarde, você não está bem e é melhor voltarmos pro castelo.

Passivamente ela se deixou conduzir. Outros alunos também voltavam mais cedo para o aconchego das lareiras quentes de suas salas comunais. Ainda não tinha se dado conta da insanidade do que fizera e do quanto o rapaz estava… pasmo. Caminharam em silêncio até a entrada do Salão Principal. A marota das zoreias se despedia de Joseph, quando ele interviu. Estava realmente intrigado com o comportamento anômalo da menina.

– Você não comeu nada, está tonta… quer que eu a acompanhe até a entrada da Grifinória?

– Hmmm… realmente, não comi nada. – e sentiu uma massa de ar que ela costumava chamar de Gollum se remexendo no seu abdome – Quanto ao tonta, já nasci assim, não é à toa que minhas amadas irmãs de marotice fazem questão que esse seja meu nome de guerra… Acho que vou até a cozinha…

– Vamos então. – incluiu-se o corvinal na aventura pelo subsolo de Hogwarts.

Chegaram ao quadro da fruteira e Arwen fez cócegas na pêra. A porta da cozinha se abriu e o calor brando que vinha do ambiente era-lhe extremamente agradável e aconchegante. Foram recebidos com alegria e muitas guloseimas pelos elfos domésticos. Miss Potter se sentou no chão, como costumava fazer quando invadia a fonte da farta mesa da escola. Josh se acomodou do lado da garota, também no chão. Enquanto comia, mais desperta e menos zonza, a menina sinceramente agradeceu a companhia durante a tarde, o empréstimo das orelhas para o desabafo e se justificou, muito constrangida, pelos últimos acontecimentos…

– Não gosto dela, é oportunista e fútil. E a tal da Marieta só tem olhos para o próprio umbigo, aquela traíra. Me perdoe, em condições normais de teor alcoólico eu não teria feito isso… – e mais uma vez, corava até a última pontinha de orelha.

– Tudo bem.

Conversaram ainda mais algum tempo, agora sobre futilidades, brincavam com os elfos domésticos e comiam. Depois de fartos, Josh acompanhou sua mais nova amiga até o sétimo andar, entregando-a sã, salva e ainda bêbada ao quadro da Mulher Gorda.

– Mais uma vez, obrigada por tudo. – agradeceu de novo a garota de olhos cor-de-mel e cabelos negros caindo sobre o rosto enrubrescido pelo frio, pelos uísques de fogo e um pouco pela companhia.

– Foi divertido. Boa noite senhorita Potter … se precisar de qualquer coisa, sabe onde me encontrar.

Assim partiu o corvinal, tateando a parede. Por sorte não encontrou nenhuma platéia para apreciar seus leves tropeções em objetos invisíveis, durante sua jornada ao seus aposentos.

Escrito por Joseph Belmont e Arwen Potter

Feitiço conjurado por Joseph Belmont às 11:18 h

Dona Zoreia e seus três amigos – final

Arwen subiu as escadas móveis do castelo pisando alto e forte. Estava furiosa!
Cho Chang sua amiga? Desde quando?
Interesseira, boba, falsa, o que ela tinha que xeretar na mesa dela?

Nem reparou quando tentou passar pelo quadro da Mulher Gorda sem dizer a senha.
– Alto lá, mocinha, a senha ou a senhorita não passa!

Arwen bufou, jogando os cabelos negros para trás. Disse a senha e passou como um foguete pela porta, subindo as escadarias que davam acesso ao dormitório das quintanistas. A sala comunal ainda estava cheia, mas ela queria sossego. E queria as orelhas da Alexis pra reclamar um pouco.

Por sorte a amiga estava na sua cama de colunas, lendo. Levantou os olhos do livro e observou o furacão élfico entrando no quarto e se jogando em cima da cama.

– O que foi Orelhudinha? Algum problema? Pisaram no seu pé? Comeram suas panquecas?

– Meu problema se chama XÔ.

– Arwen querida, achei que você já tinha superado isso há séculos. Ela nem tem mais nada com o legume… bom na verdade nem você tem mais nada com o legume então… Vamos direto ao assunto, o que ela fez?

A grifinória de cabelos negros contou o despacho da intrusa na sua mesa na biblioteca, quando ela gentilmente dividia seu espaço com três amigos – Daryl Purple, Joseph Belmont e Chris Storm.

– Storm… sei, o bonitão da Lufa que você não apresentou pra suas amigas…

– Eu mal conheço o garoto!

– Não faz mal, mas o que te deixou com tanta raiva? Ciúmes de quem?

O sangue da pequena semi-elfa ferveu. Ciúmes? Quem estava falando em ciúmes???

– Dona Irritadinha, ciúme não… É o descaramento que me irrita!

– Sim, mas ela com certeza foi atraída para a mesa por causa das suas companhias e não por causa das suas lindas orelhas, não acha? E aí, qual dos três?

– Hein?

– Ciúmes de quem?

– Aff, Alexis, pára com isso! – esbravejava Arwen – O Purple é só um amigo e você sabe bem disso.

A srta. Dumbledore corou com a última frase da amiga. Depois deu a volta por cima e saiu pela tangente.

– O Storm você disse que acabou de conhecer… então só sobra o Josh!

Alexis deu um sorrisinho cínico e maroto. Arwen enrubresceu não só as bochechas, mas até as pontas das orelhas.

– Não sei de onde você tira essas coisas – bufou – vamos mudar de assunto. Onde anda a Lobinha? Não a vi hoje…

– Nem eu – respondeu a amiga, com ar intrigado – ela anda estranha… E você também!

– E você também!

– Ainda bem que amanhã já é fim de semana… E semana que vem tem Hogsmeade. Animada? O que vamos aprontar por lá?

– Não sei… algo me diz que esse passeio não será tão agradável como costuma ser.

– Ah claro, esqueci do anel do Olho que Tudo Vê e Também Ouve.

Ambas riram com o comentário, esquecendo-se da intrusa de horas atrás.

Arwen puxou as cobertas e dormiu.

Feitiço conjurado por Arwen Lórien Potter às 09:34 h

Dona Zoreia e seus três amigos

Alguns dias se passaram depois que Arwen conhecera Chris Storm. O lufano era um sujeito simpático e boa gente. Claro que não tão lindo quanto Daryl Purple nem tão… bom, melhor deixar pra lá, seja lá o que for que Arwen diria sobre o aprendiz de maroto Josh Belmont. Desde a volta do rapaz da viagem triste que fizera devido ao falecimento dos seus pais, o rapaz agora andava constantemente em companhia das meninas. A princípio ele era meio quieto. Agora parecia menos calado, embora ainda fosse o menos falante dos cinco amigos.

Os olhos violeta do Purple ainda intrigavam a menina por serem tão parecidos com os da garota da foto nos guardados de Liv Potter, mamãe Zoreia. Não tivera ainda a oportunidade de encontrar o poderoso Lupão, e nem tinha esperanças de que isso fosse acontecer tão cedo. Por outro lado, ainda se questionava se deveria perguntar o que fazer. Perguntaria ao rapaz Tudo de Bom se ele conhecia a moça? Comeria o mingau pelasa beiradas perguntando de maneira mais sutil sobre a família dele? Por que de repente tudo o que parecia tão calmo e tão quieto que era a sua família se desmoronara e virara um poço de interrogações?

O fogo da lareira aquecia o corpo da menina, mas seus pensamentos estavam longe dali. Estava perdendo tempo sentada na poltrona. Alexis tomou mais um chá de sumiço e Dani Lupin estava muito ocupada com seu namorado. Pegou alguns livros e foi para a biblioteca ler alguma coisa.

Andava em silêncio e sozinha pelos corredores e escadas que se movem. Numa delas encontrou o amigo corvinal Josh, também indo para a biblioteca preparar um trabalho de poções. O rapaz de cabelos negro-acinzentados e olhos escuros cumprimentou a menina e lhe fizera companhia até a biblioteca, enquanto conversavam amenidades.

Entraram e escolheram uma mesa. Apesar de sábado a biblioteca de Hogwarts estava apinhada de alunos. Cada um pegou suas tarefas, trocando algumas informações de quando em vez. Foi quando ouviram suspiros na mesa ao lado – um grupo de garotas da Lufa-Lufa e outro bando de meninas da Sonserina na mesa atrás dessa olhavam estatalados para a porta – um par de olhos lilases e andar de príncipe acabara de adentrar o recinto, sorrindo linda e alegremente quando viu a marota da zoreia. Caminhou até sua mesa, cumprimentando algumas meninas que conhecia enquanto se acomodava.

– Espero que não haja problema em eu ficar aqui com vocês – falou o sonserino – a biblioteca está tão cheia! O que estão estudando?

– Feitiços – respondeu Arwen.

– Poções para tirar pessoas de armários – resmungou Joseph com um certo ar irônico.

-Minha tarefa de História da Magia é de lascar qualquer um! – exclamou Purple. Também, 11 páginas de pergaminho sobre toda a história da fundação de Hogwarts…

– Veja pelo lado bom, pelo menos você encontra tudo isso naquele livro que a Granger insiste em que todos leiam – Hogwarts, uma história – respondeu Belmont sem tirar os olhos do seu pergaminho.

Continuaram estudando. Arwen sentia falta das amigas nos fins de semana quando essas não podiam estar por perto o tempo todo. Mas pelo menos estava em boa companhia.

Outra vez, ouviram ruídos nas mesas ao lado. Mas desta vez não foram suspiros, e sim cochichos e sussurros. Chris Storm acabara de entrar. Olhou para os lados aparentemente procurando um lugar para se acomodar. Avistou a mesa onde estava a grifinória de orelhas pontudas e se dirigiu para lá. Enquanto o rapaz se aproximava, ouviu algo como “como parece o Diggory!” vindo de uma das mesas. Realmente, lembrava e muito o rapaz que fora assassinado no Torneio Tribruxo, quando Arwen estava no terceiro ano.

– Olá! Como tem passado, mocinha nervosa?

– Não sou nervosa! – respondeu Arwen fazendo bico – eu só estava um pouco inquieta aquele dia. Ahn… não quer se sentar com a gente? Acho que a biblioteca está cheia… Se meus amigos não se importarem, é claro.

Os rapazes deram os ombros. Purple examinava o lufano recém-chegado. Na certa percebera que o rapaz também era novato na escola.

A grifinória apresentou o recém-chegado aos dois colegas e continuaram estudando. De vez em quando um ou outro fazia algum comentário sobre algo vago. Ouvia-se ainda alguns cochichos das mesas vizinhas.

Foi quando o inesperado aconteceu. Uma garota levantou-se de onde estava e se dirigiu até o grupo pouco comum de se ver: uma grifinória, um corvinal, um sonserino e um lufano. Sentou-se na mesa sem ser convidada, abraçando Arwen.

– Querida, quanto tempo! Como você está? Você faz os NOMs esse ano, não é? E seus amigos também? – falava a intrusa – Legal, um grupo de estudos para os NOMs. Posso me juntar a vocês? Vou prestar os NIEMs este ano.

Arwen continuou calada. Roxa. Vermelha. Púrpura. Até esqueceu sua boa educação.

– A propósito, me chamo Chang. Cho Chang. Prazer.

*continua*

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Ganhamos de presente de aniversário uma linda comunidade no Orkut. Para acessála, cliquem aqui: EU AMO O ACCIO CÉREBRO. Quem fez essa linda homenagem foi a Lorelai Gilmore, do Histórias em Hogwarts. Lorelai, muito obrigada pelo presente, pelo carinho, por tudo! Adoramos, de coração!

O nosso amigo Mateus está de blog novo – o Magic Friends. Para conhecer, é só clicar no nome do blog. E tem mais alguns presentes dados pelo Matheus no Accio Dolls, corram lá para ver.

O Pedro Henrique procura integrantes para seu blog. Informações, clique aqui: http://-magico-.blogspot.com

Feitiço conjurado por Arwen Lórien Potter às 19:12 h

Logros e brincadeiras

Bom, parece que os ânimos se acalmaram por aqui. Ainda bem.

Estou meio às voltas com muitos afazeres. Por isso tenho passado pouco por aqui. Estudar muito, porque os professores definitivamente não estão de brincadeira. Até o Hagrid resolveu apelar. Trabalho de 8 pergaminhos sobre os pelúcios. Putz, onde eu vou arrumar tanta coisa para falar sobre os pelúcios?

É nessas horas que eu gostaria que ele resolvesse desenterrar sua paixão por bichinhos não muito… ahnn, inofensivos. Seria muito mais interessante escrever sobre dragões e hipogrifos. Até sobre os Trestálios, mas pelo menos teríamos assunto.

Adivinhação: A professora Sibila previu que eu iria cair da cadeira na aula. Nussa, grande previsão mesmo! Mais desastrada que eu, ainda está para nascer. Logo, a primeira coisa que aconteceu na aula de adivinhação hoje pela manhã foi um tombo. Meu traseiro está doendo! Não seria muito difícil adivinhar isso, eu suponho…

Contei isso para a Malu no almoço. Para que, quando vou aprender a fechar essa minha bocona de caçapa?

“Deixa de moleza que isso não é desculpa para não treinar!!! Ano que vem Kate Bell sai de Hogwarts e você tem que estar preparada para assumir o time de uma vez! Trate de melhorar esse buzanfão até a noite, quero voc? inteirinha da Silva no campo de quadribol!”

Essa é mais uma das atividades que vêm tomando meu tempo… os treinos estão praticamente diários, por causa da partida contra a Corvinal semana que vem. Eu nem sou titular do time, mas enfim, general manda, nós obedecemos.

Fora que ainda tenho que tirar um tempo para dar um tico de atenção ao Green Eyes! ***sigh*** O que não é nenhum sacrifício. Ao contrário de certas pessoas, sou uma garota atenciosa, não costumo deixar as pessoas que me fazem companhia com uma interrogação do tamanho do mundo na cabeça… pelo menos, eu acho que não. Portanto, Bill, pode ficar tranquilo. Não vou ficar comentando com o Harry sobre os meus assuntos amorosos pregressos. Não faz parte da minha índole esse tipo de coisa. Faça aos outros o que gostariam que fizessem com você… ***momento Lufa-lufa de ser***

Depois da minha descompensação emocional aqui na AD, todo mundo ficou sabendo da história. E fatalmente começaram as piadinhas dos Sonserinos (nada contra os Sonserinos da AD!). O Harry fica mordido de ódio! Falam que ele trocou seis por meia dúzia! Aí quem fica morrendo de raiva sou eu! Só porque eu tenho olhos amendoados não quer dizer que eu me pareça fisicamente com Aquela-que-não-deve-ser-mencionada-para-não-causar-confusão! Francamente! É o fim social mesmo! Se meu tatatatatatatataravô ainda vivesse, o que ele diria disso? Afinal o Vô Gandalf era único em sua época, gostaria que seus descendentes seguissem a linha da família! E ouvir que sou “parecidinha” ainda que o branco dos olhos com aquela fedelha já seria uma grande ofensa para nossa família!

******

Adorei a idéia do baile. Estou realmente surpresa com o convite do Diggwell. Seria a última pessoa de quem eu esperaria um convite desses! Acho que estou me esforçando para melhorar o clima na Armada. Acredito que todos estamos. Logo, Leo, trégua então??? E, Dani, querida! Algumas pessoas extra-AD querem participar do baile. Acho que seria interessante para ampliarmos a diversão! Quando você encontrar este pergaminho, me diga o que acha.

Bom, vou voltar para o meu estudo de História da Magia. Está razoavelmente interessante, estou lendo sobre a origem dos Hobbits e da Terra Média, de onde descendo.

Ah! Ia esquecendo! Não estou afim de polemizar nada… mas é que as pessoas gostaram TANTO do NOC que não param de chegar pergaminhos! Sorry people da AD, eu sei que estamos tentando resolver amenidades, mas não posso recusar pergaminhos de pessoas tão bondosamente interessadas!

1) Nome do candidato a membro: Heather Evans.
2) Casa a qual pertence o candidato: Sonserina.
3) Você odeia a Cho? É claro que sim, caso contrário não estaria preenchendo este pergaminho (formulário).
4) Por que você odeia a Cho? Porque ela é uma patricinha metida, boba e sem graça. Além disso, ela é muito melodramática, uma verdadeira “manteiga derretida”, chora demais e por qualquer motivo! E ela apoiou aquela idiota da
Marieta mesmo sabendo que ela havia dedurado a AD p/ a Umbridge.
5) O que você faria caso a Cho lhe pedisse para entrar na AD de novo? Primeiro eu iria rir da cara-de-pau dela. Depois falaria: ” Você só pode tá brincando, né?! Vai procurar o que fazer, garota! Se toca!!!”
6) Que presente das Gemialidades Weasley você daria a Cho? Acho que eu daria p/ ela uma simples e inofensiva bala de caramelo Incha- Língua. Iria ser muito engraçado ver a língua daquela “dondoca” ficar roxa, viscosa e com mais de 1 metro de comprimento. Sem falar do desespero que ela iria ter. Já posso até imaginar! E p/ aqueles que estão tendo idéias interessantes ao imaginar isso e esqueceu o endereço daquela maravilhosa loja dos gêmeos Weasley, aé vai o endereço deles: Beco Diagonal, número 93, Gemialidades Weasley.

Nome: Ceccille Delacour
Casa: Grifinória
Você odeia a Cho? Tá brincando… Vc conhece alguém q goste??? Onde? Onde?
Por que você odeia a Cho? Porque ela devia se olhar no espelho e ver que nem chega aos pés de Harry e ainda quer esnobar esse docinho? Ah Cho, xô vai!
O que você faria se a Cho pedisse para retornar para a AD? It’s too late…
Qual o presente das Gemialidades Weasley que você daria para a Xô (ops, Cho)? Ela não merece nada da comunidade dos bruxos, vai então um presente dos trouxas mesmo, que faria questão de ir pegar com minha vassoura e largar em cima da cabeça dela: Um VHS de 6 horas com os melhores momentos da Darlene, ( mas aí colocaria um feiticinho), ele não iria parar mais, ela iria ver aquela “coisa”, bem parecida com ela e OUVIR aquela VOZ 24h todo dia, nas 4 semanas do mês, nos 12 meses do ano… FATAL!!!

Nussa, o povo pegou pesado, né??? VHS com os melhores momentos de Darlene??? o.O

 

Feitiço conjurado por Arwen Lórien Potter às 14:12 h


Nervos a flor da pele ….. e das varinhas!


É pessoal, que vida conturbada essa nossa heim. Eu antes de mais nada tenho que fazer uns pequenos comentários:
1º Em relação a NOC e NAC – eu não tô com ciúmes do Harry (pelo menos eu acho que não) e muito menos com inveja da Cho (vejam, eu sou chique bem, sou muito mais eu, sou linda e vitaminada e ela é uma sonsa monga). Não gosto dela porque tenho meus motivos. Eu me lembro de já ter citado que ela me trata mal na Corvinal e que sempre vira a cara quando eu falo com ela. Ela também não é tão inocente assim. Vocês não repararam que ela tá sempre querendo estar no meio das atenções, só quer ficar com garotos bonitos e populares ( Se for um dos campeões do Torneio Tribruxo, melhor ainda) . Não sei como ela não deu em cima do Victor Krum. É o tipo de pessoa que faz de tudo pra subir na vida. Sem contar que ela apoia sua amiga sem caráter:Marietta Edgecombe. Esse motivo é a razão principal do nosso ódio. Se bem que ela merecia mais era o meu desprezo.
2º Arwen querida,acalme-se. A Cho não merece que você se extresse por ela.
3º Para todos do grupo: realmente cuidado com o que vocês falam. Nada contra em insultar o povo de Hogwarts,mas nunca devemos insultar o povo da AD, falando que são burros, invejosos e afins. Esse é um grupo amigo e não seria ético de nossa parte ficar brigados.

Bom esses eram os meus recados.

Recebi uma coruja anônima ontem. Recebi colocar aqui o que ela tinha.Espero que gostem. Comentem por favor esse post e Beijs pra vocês.

“50 Maneiras de irritar Lord Voldemort

…Ou 50 maneiras de tornar sua morte mais rápida. ”

1. Pergunte para Voldemort porque ele não tem uma cicatriz legal.
2. Pergunte para ele se tem um ursinho de pelúcia cinza.
3. Acorde-o cantando aquela música da Aretha Franklin, “I will survive…” (Eu sobreviverei…)
4. Cumprimente-o nas manhãs com um sarcástico “Meu senhor, você parece particulamente simpático hoje”.
5. Arrume um par de cachorrinhos, que lembrem ele e Harry Potter. Faça uma atuação perfeita, como se estivesse na escola primária. E não se esqueça de imitar bem (mal) as vozes dos personagens.
6. Sorria durante uma reunião de Comensais da Morte e diga que você ensinou a ele tudo que ele sabe.
7. Mastige chiclete todo tempo. Se ele chamar sua atenção, faça uma série de ‘bolas’, até deixar tudo uma bagunça.
8. Dance o Funk da Galinha Morta. Se você não sabe, vá ao Rio de Janeiro e aprenda.
9. Pergunte quando ele tomará um banho.
10. Dê palmadinhas na cabeça dele, e dê flores quando seus planos tiverem sido detonados novamente.
11. Se você sempre ouve da parte Dele que algo foi ‘como tirar doce de criança’, tenha certeza de responder ‘Com certeza, ALGUNS de nós trabalhamos mais que outros.’ Finalize com uma risada louca.
12. Brinque de pega-pega em frente ao quarto que ele dorme bem tarde.
13. Chame-o de ‘O homem-que-deixou-o-garoto-sobreviver’
14. Pergunte por que a marca negra não pode parecer algo ‘socialmente mais aceitável’.
15. Insista que você tem que prefere conhecer quem fez o queijo e a mussarela do que participar de planos caóticos como aqueles.
16. Cutuque-o. Dê pontadas.
17. Seja animado.
18. Quando ele tentar impor seu poder faça um enorme esforço e desvi-e. Depois, estilosamente diga ”Awwwww, olhem isso!! Voldie perdeu a mira! Voldiezinho perdeu a mira, perdeeeu!”. Se, meu caro, você for atingido, já era. Não posso fazer nada, a não ser rir. Uha.
19. Tente ensiná-lo a fazer respiração boca-a-boca em alguém inconsciente.
20. Passe seus olhos durante planejamentos e diga coisas abafadas como ‘Você é o chefe, chefe’ ou ‘Esse é o seu funeral, chefinho?’.
21. Tente ensiná-lo a tomar morfina.
22. Amole-o sobre seu nome do meio. ‘Marvolo? O que é issso??!?!? Detergente pra lavar louça?’
23. Torne-se um ‘-recompensador-de-bom-comportamento’. Premie com pontos e dê estrelas sortidas quando ele fizer algo agradável.
24. Desenhe na cara dele um óculos igual ao do Potter enquanto ele dorme.
25. Aparate na sala em que ele está, rapidamente. Faça isso durante horas. *poof* ali *poof* foi-se *poof* aqui! *poof* fui! *poof* ali *poof* fui! …
26. Jogue cartas com ele. Diga que ele não tem talento para poker e como ele pensa em controlar tudo se mal sabe jogar uma coisa simples como baralho.
27. Faça caretas sempre que ele se aproximar.
28. Pergunte, com a mão na cintura ‘Você alguma vez TEVE uma namorada? Hein, alguma vez na sua vida, chefinho?’
29. Diga que ele cairia muito bem num centro de recuperação emocional.
30. Sempre que ele for entrar num lugar, insista em entrar primeiro e avisar aos outros que o grande Mestre está chegando.
31. Nesses anúncios, imite um dono de nariz de pinóquio. Quando ele te olhar estranho, diga que apenas está servindo de modelo para o que ele não tem.
32. Exclame ironicamente quando ele gritar com você ‘Oooooh, você está quebrando meu pequeno coração! Isso é muito triste, menino mau! Menino Mau! Humpft!!!’, e cruze os braços, tentando ao mesmo tempo, fazer um ‘biquinho’ muito tosco com seus lábios.
33. Encoraje-o com um ‘pense positivo!’
34. Pergunte a ele se não pode dar a você um sumário escrito o nome dos inimigos. Corrija os erros de ortografia com tinta vermelha e pregue no mural da casa, da caverna… enfim, onde for.
35. Diga que ele fez mal em escolher Quirrel como hospedeiro. E em seguida, fale mal de Quirrel e dele, claro.
36. Diga para Voldemort que ioga poderia tirá-lo do mal caminho e dos pensamentos negativos. Além das aflições emocionais e a ansiedade compulsiva.
37. Cante a música ‘Mr. Tambourine Man’ do lado da orelha dele.
38. Se ele estiver pensando sozinho, concentrado, use o feitiço ‘Wingardium Leviosa’ e levante uma lâmpada na altura da cabeça dele. Quando abrir os olhos para ver quem é que fez isso, tire rapidamente e depois coloque. Tire e coloque, tire e coloque… até que ele grite com você. Diga, em tom muito ofendido: “Eu só estava tentando ajudar!”. E em seguida, diga o que recomendei-lhe no item 32.
39. Diga a ele constantemente para parar de ser raivoso.
40. Compre e dê para ele uma bola anti-stress, para reumáticos, daquelas fofinhas de ficar apertando.
41. Enfatize que ele é o único personagem do livro que nunca triunfou uma vez sequer após o nascimento de Potter.
42. Chame-o de Tommy-boy.
43. Se ele estiver angustiado, chege perto, faça o barulhinho de ‘tsc,tsc…’ e diga : “Pobre Mestre… deprimido denovo!”
44. Coloque-o na mira e fique dizendo de cinco em cinco minutos : “Mosquito! Mosquito!”
45. Diga que ele fica mais bonito escondido num turbante, mesmo que Quirrel tenha sido um cara feio pra caramba.
46. Coma a cobra de estimação dele. E não se esqueça de oferecer-lhe o melhor pedaço.
47. Ensine-o a estralar os dedos, e quando ele fizer para que você pare de encher o saco, bata palmas animado dizendo “Eeeeeeeeexcelente!”
48. Começe desenhando nas paredes a trajetória de Voldemort. Enfatize as derrotas.
49. Tenha cuidado para que ele nunca olhe para os lados e veja quantas besteiras você andou fazendo. Caso ele insista, pule e ponha as mãos no rosto dele, de modo que ele não enxerge absolutamente nada.
50. Coloque a maldição ‘Imperius’ nos Death Eaters dele e mande todos fiquem limpando e rebolando, dizendo ‘Tudo limpo, brilhante e bonito!’

(OFF: créditos à www.sonserina.com)
Feitiço conjurado por Dani Lupin às 22:12 h